quarta-feira, 29 de março de 2017

NOTA DE UTILIDADE PÚBLICA #CRISEnoSUS Serviços de urgência e emergência de Juiz de Fora poderão ficar prejudicados por falta de médicos

COMUNICADO DE UTILIDADE PÚBLICA.


ATENÇÃO. URGENTE.


Os serviços de urgência e emergência prestados pelo SUS de Juiz de Fora poderão ser seriamente afetados e parcialmente suspensos.


A gratificação devida pela prefeitura de Juiz de Fora aos médicos de sobreaviso não está nos contracheques referentes ao mês de março.


Diante disso poderá haver demissões, suspensão de serviços e afastamento de profissionais, com consequências imprevisíveis.


Esperamos que o senhor prefeito e os gestores da saúde respeitem a classe médica, para evitar que isso acabe trazendo consequências desagradáveis para todo o sistema público de saúde.

quarta-feira, 22 de março de 2017

#CRISEnoSUS - "O OUTRO LADO" - |MÉDICOS DE JUIZ DE FORA ESTÃO PERDENDO A ESPERANÇA NAS NEGOCIAÇÕES TRABALHISTAS COM PREFEITURA

FAX SINDICAL
Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e Zona da Mata de MG
DATA: 23 de março de 2017
ASSUNTO: CAMPANHA SALARIAL DE 2017 – INFORMAÇÃO – MOBILIZAÇÃO

EDITORIAL

MÉDICOS DA PREFEITURA DE JUIZ DE FORA EM LUTA POR RESPEITO E DIGNIDADE – CAMPANHA SALARIAL 2017 – ATÉ O MOMENTO SEM RESULTADOS

UM TRABALHO SOCIALMENTE RELEVANTE, TIDO COMO ESSENCIAL, NÃO PODE SER DESVALORIZADO POR AQUELES QUE TÊM O DEVER MORAL DE RECONHECÊ-LO E VALORIZÁ-LO

O Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e a Prefeitura estão tentando entabular negociações salariais. Como todos sabem a reposição das perdas salariais sofridas pela categoria, segundo a disposição da atual administração municipal, será feita somente em dezembro, provocando um achatamento salarial sobre salários que já não são satisfatórios. A situação é alarmante.
Não há qualquer demonstração de preocupação dos atuais governantes quanto às consequências negativas dessa política, ou seja, a falta de médicos, em especial nas especialidades. Não sabemos se, atrás dessa indiferença existe algum projeto de terceirização generalizada dos serviços ou se existe um cálculo que a população poderá suportar ainda mais a redução dos serviços médicos especializados prestados pelo SUS.
Os médicos da prefeitura de Juiz de Fora recebem salários inferiores aos demais técnicos de nível superior, trabalham geralmente em condições difíceis, de insegurança, conforme tem sido noticiado pela imprensa local, bem como com falta de insumos e medicamentos, fatos que também frequentam o noticiário.
Há, cada vez mais, uma desânimo entre a fração da classe médica que trabalha para a prefeitura, que se sente “o outro lado”, nunca ouvido e escassamente respeitado.
Cada vez mais é possível notar que o serviço público não é um lugar hospitaleiro para os médicos que lá queiram trabalhar, apesar de todos saberem que a maioria da população brasileira é usuária do SUS e que um sistema público de saúde não funcionará sem médicos, exceto nos delírios dos mais tresloucados burocratas.
Trata-se aqui de um confronto entre um apelo à responsabilidade e uma atitude irresponsável, não apenas em relação à classe médica, mas à enorme população que depende de seus serviços.
A negociação tornou-se um impasse, onde uma categoria profissional é sempre o “outro lado” nunca ouvido, aparentemente nem levado a sério. Que consequências decorrerão dessa atitude irresponsável? Não sabemos, mas todos saberão quem são os verdadeiros responsáveis por isso. Aos médicos municipais de Juiz de Fora, aparentemente vencidos pelo desânimo e pela revolta, recomendamos que estejam preparados para se mobilizar, porque é daí, do ato público, que nascerá a merecida reação a esse tratamento indigno que estamos recebendo e que não merecemos.

Ao prefeito Bruno Siqueira e seu secretariado, apelamos apenas para o bom senso. Aos médicos pedimos que estejam atentos diante dos fatos que vêm acontecendo.

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

DIA DO Médico - Uma data que pede reflexão, para mobilização e ação por uma saída digna.

No Dia dos Médicos, além de festejos e comemorações, devemos colocar uma reflexão sobre um assunto que tem excedido em importância e seriedade a muitos outros. Devemos falar da judicialização da saúde, que a par de seu pretexto de garantir um direito universal à saúde, "dever do Estado", tem causado enormes dificuldades ao financiamento e à gestão da saúde pública e tem colocado a classe médica no olho do furacão.

Quando falamos de judicialização da Saúde, falamos de judicialização da vida, porque saúde é vida e não um fundamento burocrático ou algo que se decide por sentenças e decretos.

Sobre isso, vale reproduzir, para a reflexão de todos, o Editorial publicado no Estadão de ontem.

Ei-lo:

EDITORIAL ESTADÃO

Judicialização e política


Não se governa um país com o Judiciário, mas com a política, e o grande problema é que no Brasil de hoje as mudanças necessárias para que a política desempenhe seu papel não virão espontaneamente do Congresso Nacional


O Estado de S. Paulo


16 Outubro 2016 | 04h00


Não se governa um país com o Judiciário, mas com a política, e o grande problema é que no Brasil de hoje as mudanças necessárias para que a política desempenhe seu papel não virão espontaneamente do Congresso Nacional, porque, “compreensivelmente, as pessoas não mudam o sistema que as elegeu”. Assim, e isso é política, “a sociedade brasileira, mobilizada, é que deve cobrar as mudanças, começando pelo sistema de justiça, que é o fim do mundo”. Essa é a opinião do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso, manifestada em entrevista exclusiva ao Estado, concedida ao repórter Luiz Maklouf Carvalho e publicada na quarta-feira passada.

Quando um ministro da Suprema Corte admite que o sistema de Justiça no Brasil é “o fim do mundo”, é preciso refletir sobre o sentido de suas palavras. Barroso foi nomeado em junho de 2013 por Dilma Rousseff. Dias atrás, ao indeferir mandado de segurança impetrado pelo PT e pelo PCdoB para obter a suspensão de tramitação na Câmara da PEC do teto dos gastos públicos, Barroso afirmou que “o Congresso Nacional é a instância própria para os debates públicos acerca das escolhas políticas a serem feitas pelo Estado”. E enfatizou o princípio de que a disputa em torno de medidas propostas para debelar a crise que o País enfrenta “não é um a questão constitucional, mas política, a ser enfrentada com mobilização social e consciência cívica, e não com judicialização”.

O ministro Barroso não fecha os olhos aos graves problemas da Justiça no Brasil. É enfático ao reconhecê-los, quando perguntado sobre o que o impressiona na Operação Lava Jato: (O que me impressiona é) “nós termos construído um país em que um Direito Penal absolutamente ineficiente não funcionou, durante anos, como mínima prevenção geral para evitar um amplo espectro de criminalidade”. E acrescenta: “Porque não é um episódio, nem dois, nem três. Onde você destampa tem alguma coisa. Nós criamos uma delinquência generalizada no País. E com um contágio que ultrapassa tudo o que seria imaginável”.

Ele é incisivo quando trata da judicialização da política: “Por mais que o Judiciário consiga fazer bem o seu papel, não se governa um país com o Judiciário. É a política que precisa ser reformada”. É essencialmente à política que cabe, portanto, promover a reforma também do Judiciário, o que não impede que ao longo do tempo correções de curso sejam promovidas pelos próprios magistrados, como ocorreu recentemente com a decisão do STF de estabelecer que condenados em segunda instância podem começar a cumprir pena, independentemente do trânsito em julgado de seus processos na instância superior.

Ao colocar o dedo na ferida da “delinquência generalizada (...) que ultrapassa tudo o que seria imaginável”, o ministro Barroso implicitamente sugere um olhar retrospectivo sobre a política brasileira, o que leva à reiteração de uma conclusão óbvia a respeito da maneira como o PT governou o País nos últimos 13 anos. Não foram Lula e o PT que inventaram a “delinquência” na gestão da coisa pública. Essa é uma das características perversas da mentalidade patrimonialista de origem colonial que contamina desde sempre a política no Brasil.

Mas é igualmente indesmentível o fato de que o mesmo partido que chegou ao poder prometendo “passar o País a limpo” chegou também, muito rapidamente, à conclusão de que a adesão aos métodos políticos que passara a vida condenando era o caminho mais rápido e prático para a perpetuação de seu projeto de poder. Quem conta essa história tenebrosa de mensalões e petrolões que enriqueceram os principais figurões do lulopetismo é a crônica policial dos últimos dois anos e meio.

Tem razão o ministro Barroso: a Justiça precisa ser muito aperfeiçoada, mas não é ela que vai tirar o País do buraco. É a política. A boa política. O profilático episódio do impeachment de Dilma Rousseff o comprova. “Acho que logo ali na frente”, preconiza o ministro, “o País vai ter que passar por uma campanha incisiva de desjudicialização da vida.”


A classe médica deve ser chamada à maturidade política, já que aprendeu aprendeu a se mobilizar movida por acontecimentos adversos. Quando o governo de um partido que se dizia dos trabalhadores resolveu importar mão de obra para atuar na área médica sem a devida certificação, contratar essa mão de obra por uma operação de terceirização e negar aos médicos a reivindicação de um piso salarial nacional e de uma carreira de estado, notamos que havíamos sido traídos, que os governantes não tinham, na verdade, compromisso trabalhista. Para eles, como na "Revolução dos Bichos" de Orwell, uns são mais iguais do que os outros.

A maturidade política dos médicos deve levá-los a erguer a voz "por uma campanha incisiva de desjudicialização da vida.”


quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Médicos da Prefeitura de Juiz de Fora reivindicam PCCS

Fax Sindical.

Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora

Data: 14 de Setembro de 2016


Assunto - MÉDICOS DA PREFEITURA DE JUIZ DE FORA CONTINUAM AGUARDANDO NEGOCIAÇÕES DO PCCS


A classe médica de Juiz de Fora aguarda, com grande interesse, negociações com a administração municipal sobre um plano de cargos, carreira e salários para os médicos que trabalham no município de Juiz de Fora, por entender a importância do mesmo.

Esse assunto frequenta há muitos anos as pautas de reivindicações reiteradamente apresentadas pelo sindicato dos Médicos a sucessivas administrações municipais. 

O poder público tem desconhecido o que o movimento sindical médico já percebeu há décadas: o serviço público é cada vez mais ineficiente para atrair e fixar médicos nos serviços assistenciais que a população usuária do SUS necessita. O PCCS dos Médicos poderia resultar em uma iniciativa positiva para reduzir essa ineficiência.

Houve surpresa não agradável entre os médicos municipais com a publicação da PORTARIA N.º 9373 que "cria Grupo de Trabalho para realização de estudos referentes à Carreira de Técnico de Nível Superior, nomeia seus membros e dá outras providências."

Eis aí exatamente o problema, porque na prefeitura médicos formam um rodapé dos "técnicos de nível superior", inclusive com remuneração inferior aos demais. 

Há muitas distorções, e, entre elas, situações gritantes como a de médicos do PSF (estratégia saúde da família) que atuam em postos de saúde que trabalham 8 horas diárias e receberão aposentadoria como se tivessem carga horária de apenas 4 horas, ou médicos dos serviços de urgência e emergência, que trabalham em condições difíceis e sob estresse elevado e que não perceberão suas gratificações nem de forma proporcional em caso de aposentadoria ou de remoção para outros serviços, configurando uma situação evidentemente injusta (considere que gratificações como as de chefia ou zona rural se incorporam aos vencimentos).

Diz o Art. 5º da portaria do prefeito que: " O relatório final dos estudos realizados pelo Grupo de Trabalho instituído pelo art. 1º desta Portaria deverá ser submetido à apreciação do titular da Secretaria de Administração e Recursos Humanos (SARH)."

Até o presente momento não há qualquer razão para supor que os médicos da prefeitura estejam incluídos nos estudos desse grupo de trabalho, haja vista a inexistência de negociações entre as partes sobre essa pauta.

Quem quiser conferir o inteiro teor da portaria pode acessar no link:

https://www.pjf.mg.gov.br/e_atos/e_atos_vis.php?id=48545

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

O SINDICATO NÃO ACEITA RETALIAÇÕES CONTRA OS MÉDICOS DE JUIZ DE FORA, PORQUE É INJUSTIÇA

FAX SINDICAL.
24 de agosto de 2016.
Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e Zona da Mata de MG

O SINDICATO NÃO ACEITA RETALIAÇÕES CONTRA OS MÉDICOS DE JUIZ DE FORA, PORQUE É INJUSTIÇA

Em interlocução feita por meios presenciais e Internet, o Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora pôde verificar o clima de tensão que existe entre os médicos que trabalham para o SUS e a administração pública.
Em recente movimento grevista, deflagrado em defesa da
reposição salarial pelas perdas do IPCA, a percepção da maioria dos médicos que trabalham para a Prefeitura de Juiz de Fora foi de que a mobilização e participação da classe foi muito importante ou decisiva para o desfecho do movimento.
Há importante suspeita que a atual atitude de confronto percebida pelos profissionais seja fruto de uma retaliação da administração em relação ao movimento grevista e todos estão atentos a isso.
Por que estão desenterrando defuntos para torná-los zumbis ameaçadores contra os que cumprem a delicada missão de servir no sistema público de saúde?
Uma série de e-mails de 2014, em que uma funcionária, em desvio de função, passava informações à burocracia da SMS, sobre supostas ou imaginadas faltas ao trabalho de plantonistas veio à tona, causando comoção entre os médicos do HPS. Criaram um clima de “big brother”, no sentido orwelliano, como no livro “1984”. O secretário de saúde, à época, é atual candidato a vereador e tem em seu currículo a adesão ao “Mais Médicos” e o patrocínio à vinda de bolsistas terceirizados cubanos para ocupar vagas de médicos da atenção básica.
A PJF levantou outro zumbi ao inverter o ônus da prova e, poupando-se ao trabalho de investigar por seus próprios meios, exigir que alguns médicos comprovem que efetivamente trabalharam em alguns dias de agosto de 2015.
A atual administração municipal deveria reconhecer a importância dos recursos humanos de que ainda dispõe, já que é sabido que são fundamentais para manter o funcionamento do sistema público de saúde, que funciona em equipamentos obsoletos ou inadequados e está sujeito, sistematicamente, à falta de medicamentos e insumos.
Seria interessante que o senhor prefeito e as senhoras secretárias de Administração e Recursos Humanos e da Saúde perceberem que a recepção dessas medidas não está se dando com culpa ou medo, mas está sendo vista como retaliação e gerando descontentamentos e revolta. Há um clima de assédio moral.

Reconhecida a incapacidade geral dos serviços públicos de saúde em atrair e fixar a mão de obra altamente qualificada que necessitam, se impõe uma pergunta a S. Exa. o Prefeito e às secretárias de Administração e Recursos Humanos e de Saúde. ONDE ESTÁ O PCCS DOS MÉDICOS DA PREFEITURA DE JUIZ DE FORA? 

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Agressão contra servidor público da saúde revela problemas do SUS


O SUS NÃO PODE FUNCIONAR COM SEUS TRABALHADORES SENDO AGREDIDOS, AMEAÇADOS E ASSEDIADOS

Agressão contra funcionário de repartição pública de saúde revela fragilidade do sistema e pouca preocupação dos responsáveis com a segurança do trabalho nos serviços públicos de saúde
Hoje (21/07) no Departamento de Atenção à Criança e ao Adolescente do SUS de Juiz de Fora, uma funcionária foi covardemente agredida por uma pessoa que adentrou aquela unidade. Isso deverá colocar na agenda política do Sindicato dos Médicos e do Sinserpu (sindicato dos servidores municipais) a questão da segurança do trabalhador, agora ameaçada pela violência de causa externa. O Fax Sindical não espera que polícia, ministério público e poder judiciário, além da mídia local, tratem exemplarmente esse caso.
 É necessário que os sindicatos, em nome de todos os trabalhadores de saúde, forcem o ingresso desse assunto na agenda do Conselho Municipal de Saúde e dos gestores do SUS. Nesses segmentos o assunto tem sido esquecido, havendo necessidade de tirá-lo do armário da indiferença.
Não é uma questão exclusiva do nosso município, mas é uma questão de dignidade, respeito e segurança em relação aos nossos trabalhadores da saúde. Sem eles o sistema não funciona. Imaginar que o sistema público de saúde possa funcionar de forma adequada e razoável com os seus trabalhadores sendo ameaçados e assediados é uma loucura que só pode encontrar abrigo em mentes doentias e perigosas.
A colaboração de todos é necessária. Acima de tudo é preciso que as autoridades encarregadas de garantir a ordem pública cumpram seu dever e que os gestores e demais atores envolvidos na produção dos serviços público de saúde acreditem que a segurança no trabalho é um assunto sério, que não pode continuar sendo varrido para baixo do tapete.

Males da terceirização: Polícia Federal prende falsos médicos

Usuários do SUS são atendidos por falsos médicos. Eles são contratados por empresas e instituições "sem fins lucrativos" em esquemas de terceirização de atividades fim em serviços públicos. Existe sentença do STF que permite essas negociatas e arranjos e suas consequências lamentáveis.
"Segundo a PF, os investigados são dois irmãos que, embora não tenham completado o curso superior de graduação em Medicina, teriam obtido a inscrição para o exercício da profissão, mediante apresentação de diplomas falsos perante o Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), os quais apontavam como especialidade a cirurgia médica.
A PF aponta que os falsos médicos atuavam desde 2012 na região de Avaré, no interior paulista, atendendo em hospitais públicos e no Samu - Serviço de Atendimento Móvel de Urgência.
Os diplomas falsos, de acordo com a Federal, foram supostamente emitidos por universidade privada localizada na Bolívia e revalidados no Brasil, para a posterior apresentação junto ao Conselho Regional de Medicina, 'visando a obtenção fraudulenta de autorização para exercer a profissão médica'.
A falsidade dos documentos foi confirmada pela Justiça boliviana, por meio de pedido de cooperação jurídica internacional, informa a PF.
As penas para os crimes investigados variam de seis meses a seis anos de reclusão e multa."
A matéria completa pode ser lida no link abaixo:
Polícia Federal prende falsos médicos - Jornal do Commercio

Arquivo do blog

Sindicato Expresso

SINDMED-JF

SINDMED-JF
A luta sindical na Internet.

PARA INDICAR O SINDICATO EXPRESSO, CLIQUE NO LINK ABAIXO.

Indique este Site!

ASSINE O SINDICATO EXPRESSO - GRÁTIS E RECEBA EM PRIMEIRA MÃO.

Receba Sindicato Expresso por e-mail

Grupos do Google
Participe do grupo Sindicato Expresso
E-mail:
Visitar este grupo