quarta-feira, 24 de maio de 2017

SAÚDE E VIDA SÃO IMPORTANTES PARA O ESTADO. O ESTADO NÃO ALIMENTA OS DOENTES.

As autoridades, os políticos que nós votamos ou que foram eleitos porque deixamos de votar, juízes, juristas, dizem que, perante a lei os valores mais altos são a vida e a saúde. O leitor atento pergunta se tal dedução nasce da ignorância ou é uma demagogia deslavada. Não são raros os casos em que hospitais têm que recorrer à caridade para alimentar pacientes, garantir medicamentos básicos e médicos trabalham sem salário ou com salário atrasado e/ou parcelado. E eles lá, com altos cargos e salários, dizem que a vida e a saúde são os valores mais altos para o Estado. 

"O diretor técnico do Hospital Regional de Sorriso, a 420 km de Cuiabá, Roberto Satoshi, chorou, nesta segunda-feira (22), durante entrevista sobre a precariedade na unidade de saúde por atrasos nos repasses por parte do governo do estado, inclusive com a falta de alimentos para servir aos pacientes. Alguns serviços, como cirurgias, estão parcialmente suspensos desde março porque os médicos estão há três meses sem receber. Segundo a direção, a dívida do estado com a unidade é de R$ 8 milhões"

http://g1.globo.com/mato-grosso/noticia/medico-chora-ao-falar-sobre-precariedade-de-hospital-nunca-vi-isso-em-30-anos.ghtml

segunda-feira, 22 de maio de 2017

MÉDICOS HUMILHADOS E AGREDIDOS NA VENEZUELA POR DENUNCIAREM CAOS HUMANITÁRIO

Médicos venezuelanos são vítimas de perseguições que incluem aposentadoria compulsória e suspensão por meses, em decorrência de críticas dirigidas ao governo por falta de medicamentos e insumos. Vários médicos venezuelanos já foram vítimas de agressão por policiais ou milicianos ligados ao ditador MADURO.

https://m.oglobo.globo.com/mundo/venezuela-medicos-sao-afastados-ou-presos-por-fazerem-denuncias-21372597

A origem do homem e da sabedoria vieram do Mediterrâneo Oriental

Não apenas a filosofia grega e as religiões monoteístas contemporâneas, mas também o ancestral mais antigo do homem viveu no Mediterrâneo Oriental.

"Nós mesmos ficamos surpresos com os nossos resultados, pois até então só se conheciam pré-humanos da África ao sul do Saara", comentou Jochen Fuss, um dos integrantes da equipe. A análise dos sedimentos no local em que os fósseis foram encontrados revelou que o maxilar data de 7,175 milhões de anos, e o dente de 7,24 milhões.

Os achados paleontológicos são, portanto, ainda mais velhos do que o mais antigo pré-homem conhecido até então: o Sahelanthropus, da África, com 6 milhões a 7 milhões de anos de idade. A conclusão então seria que a linha evolutiva dos chimpanzés e dos pré-humanos ocorreu mais cedo do que se cria, e não na África, mas no leste do Mediterrâneo.

http://m.dw.com/pt-br/mais-antigo-ancestral-humano-pode-ser-originário-da-europa/a-38941355

CFM, AMB E SOCIEDADES DE ESPECIALIDADES AGEM CONTRA USURPAÇÃO DO ATO MÉDICO

 Conselho Federal de Medicina (CFM) está atento às investidas de outras categorias profissionais na tentativa de usurpar atos exclusivos previstos na Lei do Ato Médico (nº 12.842/2013). Isso envolve atuação da coordenação jurídica do CFM em parceria com a de outras entidades.

Recentemente foi criada a Comissão Jurídica de Defesa ao Ato Médico, composta por representantes do CFM, dos CRMs, da AMB e de sociedades de especialidades. Juntos, eles têm definido estratégias para barrar na Justiça medidas tomadas contra o Ato Médico.

Nesta página, o leitor encontrará textos sobre as principais sentenças e liminares favoráveis à categoria médica que devem ser lidas e divulgadas. Algumas ainda podem ser objetos de recurso, mas comprovam a luta sem trégua contra os abusos.

Confira no link abaixo.
Basta clicar nas imagens para ter acesso às reportagens e manifestações do Judiciário. Ajude a defender a Lei do Ato Médico. Fique por dentro do trabalho feito pelo CFM e seus parceiros em favor do médico, da medicina e da sociedade
Confira em

 http://portal.cfm.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=26932 

CRISE NO SUS EM JUIZ DE FORA - ASSEMBLEIA DE MÉDICOS 06/06

FAX SINDICAL


De: Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e da Zona da Mata de Minas Gerais


Data: 22 de maio de 2017.


Assunto: CAMPANHA SALARIAL DOS MÉDICOS MUNICIPAIS - PREFEITURA DE JUIZ DE FORA - 2017

ASSEMBLEIA GERAL CONVOCADA PARA O DIA 06 DE JUNHO DE 2017, 19 HORAS E 30 MINUTOS EM PRIMEIRA E ÚNICA CONVOCAÇÃO, NA SOCIEDADE DE MEDICINA E CIRURGIA - Rua Braz Bernardino, 59 - Centro Juiz de Fora.

PAUTA: Campanha Salarial.

Motivo: A Prefeitura de Juiz de Fora apresentou-nos uma proposta de 0,5% de correção salarial em Janeiro com o restante da correção só em dezembro, totalizando 4,9%. Além da correção da distorção salarial (médicos municipais ganham menos que os demais técnicos de nível superior) de 2,5% a partir de julho.


Aceitaremos essa proposta ou não?


Com esse objetivo é que a diretoria do sindicato decidiu convocar a assembleia para deliberar sobre o assunto.


Informamos que outros sindicatos que participam da negociação (SINSERPU e professores) não estão satisfeitos com a proposta e se dispõem à paralisação.


O Sindicato quer ouvir os médicos municipais sobre essa proposta e o fará mediante assembleia, como sempre faz, democraticamente, em assuntos cruciais da categoria.


Todos sabemos que nossos salários são defasados, que as condições de trabalho da maioria dos médicos é aflitiva, que são cada dia mais frequentes as agressões contra colegas e profissionais de saúde, em atos de desrespeito e selvageria e até violência policial contra médicos municipais, servidores públicos efetivos, em seus locais de trabalho. E as exigências, crescentes, recaem sempre sobre a categoria profissional dos médicos. Não temos PCCS e as gratificações que recebemos não se incorporam para aposentadoria. Concursos públicos não são realizados e as chamadas para contratos temporários são incapazes de preencher as vagas necessárias, o que prejudica o bom funcionamento do sistema, por deficiência de mão de obra devidamente qualificada.


Apesar do aparente desprezo do mundo da política em relação à classe médica, já que saúde é geralmente levada a sério apenas nos palanques eleitorais, temos que responder a esta situação com a força da união dos médicos municipais e a assembleia é um momento de mostrar essa força.


Solicitamos a todos que ajudem a divulgar esse evento, que distribuam esse comunicado sindical, que avisem a amigos e colegas de trabalho.


O momento é de decisões firmes. A união faz a força.


TODOS À ASSEMBLEIA DE 06 DE JUNHO!!!

quarta-feira, 29 de março de 2017

NOTA DE UTILIDADE PÚBLICA #CRISEnoSUS Serviços de urgência e emergência de Juiz de Fora poderão ficar prejudicados por falta de médicos

COMUNICADO DE UTILIDADE PÚBLICA.


ATENÇÃO. URGENTE.


Os serviços de urgência e emergência prestados pelo SUS de Juiz de Fora poderão ser seriamente afetados e parcialmente suspensos.


A gratificação devida pela prefeitura de Juiz de Fora aos médicos de sobreaviso não está nos contracheques referentes ao mês de março.


Diante disso poderá haver demissões, suspensão de serviços e afastamento de profissionais, com consequências imprevisíveis.


Esperamos que o senhor prefeito e os gestores da saúde respeitem a classe médica, para evitar que isso acabe trazendo consequências desagradáveis para todo o sistema público de saúde.

quarta-feira, 22 de março de 2017

#CRISEnoSUS - "O OUTRO LADO" - |MÉDICOS DE JUIZ DE FORA ESTÃO PERDENDO A ESPERANÇA NAS NEGOCIAÇÕES TRABALHISTAS COM PREFEITURA

FAX SINDICAL
Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e Zona da Mata de MG
DATA: 23 de março de 2017
ASSUNTO: CAMPANHA SALARIAL DE 2017 – INFORMAÇÃO – MOBILIZAÇÃO

EDITORIAL

MÉDICOS DA PREFEITURA DE JUIZ DE FORA EM LUTA POR RESPEITO E DIGNIDADE – CAMPANHA SALARIAL 2017 – ATÉ O MOMENTO SEM RESULTADOS

UM TRABALHO SOCIALMENTE RELEVANTE, TIDO COMO ESSENCIAL, NÃO PODE SER DESVALORIZADO POR AQUELES QUE TÊM O DEVER MORAL DE RECONHECÊ-LO E VALORIZÁ-LO

O Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e a Prefeitura estão tentando entabular negociações salariais. Como todos sabem a reposição das perdas salariais sofridas pela categoria, segundo a disposição da atual administração municipal, será feita somente em dezembro, provocando um achatamento salarial sobre salários que já não são satisfatórios. A situação é alarmante.
Não há qualquer demonstração de preocupação dos atuais governantes quanto às consequências negativas dessa política, ou seja, a falta de médicos, em especial nas especialidades. Não sabemos se, atrás dessa indiferença existe algum projeto de terceirização generalizada dos serviços ou se existe um cálculo que a população poderá suportar ainda mais a redução dos serviços médicos especializados prestados pelo SUS.
Os médicos da prefeitura de Juiz de Fora recebem salários inferiores aos demais técnicos de nível superior, trabalham geralmente em condições difíceis, de insegurança, conforme tem sido noticiado pela imprensa local, bem como com falta de insumos e medicamentos, fatos que também frequentam o noticiário.
Há, cada vez mais, uma desânimo entre a fração da classe médica que trabalha para a prefeitura, que se sente “o outro lado”, nunca ouvido e escassamente respeitado.
Cada vez mais é possível notar que o serviço público não é um lugar hospitaleiro para os médicos que lá queiram trabalhar, apesar de todos saberem que a maioria da população brasileira é usuária do SUS e que um sistema público de saúde não funcionará sem médicos, exceto nos delírios dos mais tresloucados burocratas.
Trata-se aqui de um confronto entre um apelo à responsabilidade e uma atitude irresponsável, não apenas em relação à classe médica, mas à enorme população que depende de seus serviços.
A negociação tornou-se um impasse, onde uma categoria profissional é sempre o “outro lado” nunca ouvido, aparentemente nem levado a sério. Que consequências decorrerão dessa atitude irresponsável? Não sabemos, mas todos saberão quem são os verdadeiros responsáveis por isso. Aos médicos municipais de Juiz de Fora, aparentemente vencidos pelo desânimo e pela revolta, recomendamos que estejam preparados para se mobilizar, porque é daí, do ato público, que nascerá a merecida reação a esse tratamento indigno que estamos recebendo e que não merecemos.

Ao prefeito Bruno Siqueira e seu secretariado, apelamos apenas para o bom senso. Aos médicos pedimos que estejam atentos diante dos fatos que vêm acontecendo.

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