quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Servidores públicos estaduais do SUS de Juiz de Fora não receberam complementação

Pelo segundo mês consecutivo a prefeitura de Juiz de Fora não paga no dia 20, conforme é praxe e é habitual a complementação salarial devida aos servidores públicos estaduais. Essa situação tem gerado desconforto e indignação. O Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora, em nome dos médicos e de todos os funcionários públicos estaduais cedidos à prefeitura para atuarem no SUS levantam seu firme protesto à secretaria de saúde, dirigida pela senhora Elizabeth Jucá, à SARH e à administração municipal do senhor Bruno Siqueira. Pedimos que a prefeitura honre seu compromisso com aqueles que lhes prestam serviços, apesar das condições precárias de trabalho.

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Irregularidades no atendimento infantil em Juiz de Fora

http://wp.me/pgRVL-RZ

O documento aponta falhas de cadastramento, organização de estrutura, infraestrutura e alerta de que o local não possui alvarás sanitário e de localização, nem Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) e Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde.

De acordo com o presidente do sindicato, Gilson Salomão, será solicitado que os promotores acompanhem as providências solicitadas pelo CRM no documento

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Funcionários da prefeitura de Juiz de Fora com risco de atraso no pagamento

Funcionários municipais de Juiz de Fora em risco de atraso de pagamento - http://wp.me/pgRVL-RU

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

CNPL é a confederação que representa os profissionais liberais do Brasil


"Em decisão expedida pelo Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região, no dia 24 de agosto, a Justiça do Trabalho reiterou, mais uma vez, por meio de recurso de revista a legítima representatividade da Confederação Nacional das Profissões Liberais – CNPL, como única e exclusiva entidade sindical dos profissionais liberais em todo território nacional.

A decisão expedida se refere à alegação de que a Confederação Nacional dos Trabalhadores Universitários Regulamentados - CNTU, ora recorrente, teria recuperado o seu registro sindical em março deste ano, por decisão administrativa do Ministério do Trabalho e Emprego - MTE. No entanto, é importante ressaltar que decisão administrativa não pode se sobrepor à decisão judicial já expedida."
http://www.cnpl.org.br/new/index.php/81-destaque/1404-justica-reitera-cnpl-e-unica-e-exclusiva-representante-dos-profissionais-liberais

domingo, 20 de agosto de 2017

JUIZ DE FORA - CRISE NO SUS: SERVIDORES PÚBLICOS ESTADUAIS MUNICIPALIZADOS MAIS UMA VEZ SEM COMPLEMENTAÇÃO

Chegamos a 21 de agosto e a complementação salarial devida aos servidores estaduais municipalizados não foi paga.

É importante deixar claro para a senhora secretária municipal de saúde e para aadministração municipal que esse atraso é visto pelos trabalhadores do setor público como motivo deindignação, desalento e revolta. O atraso é falta de respeito e de consideração.

A data do dia 20 foi acertada em comum acordo entre as partes, não tendo sido estabelecida de formaaleatória ou arbitrária, portanto há muito descaso em seu não cumprimento.

Não é a primeira vez que essa surpresa desagradável vitima os servidores estaduais, portanto já houve tempo para estudos e providências que corrigissem essa distorção.

É do conhecimento de todos que o governo estadual tem atrasado e parcelado o pagamento dos servidores públicos estaduais, o que torna esse não pagamento pela prefeitura ainda pior. Trata-se de um recursonecessário à subsistência dos servidores e esses atrasos acarretam aborrecimentos, juros, multas, pagamentos atrasados a terceiros.

participação dos servidores públicos estaduais municipalizados têm sido importante, até o momento, no funcionamento do SUS local, em especial garantindo o funcionamento de especialidades médicas para as quais a prefeitura não consegue atrair e fixar profissionais, usando mão de obra precária e de alta rotatividade, em detrimento dos usuários.

Mais uma vez e antes de qualquer medida mais drástica o sindicato dos médicos vem deixar claro o seu protesto e esperar providências robustas e sérias dos atuais ocupantes da administração municipal.

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

AGOSTO DE 2017 - MÉDICOS DA REDE PRIVADA INICIAM CAMPANHA SALARIAL EM JUIZ DE FORA E REGIÃO

AOS MÉDICOS DE JUIZ DE FORA E REGIÃO.

AVISO IMPORTANTE

CAMPANHA SALARIAL 2017 DA REDE PRIVADA, inclusive terceirizados de hospitais, estabelecimentos de saúde e operadoras de planos de saúde.

Uma Assembleia Geral dos Médicos que trabalham na rede privada de Juiz de Fora e região abriu no dia 15 de agosto a campanha salarial de 2017 para todo o setor. interesse especial para os médicos terceirizados quer fazem plantão — exercendo atividades—fim do serviço público—  nas UPAS, que são unidades públicas de saúde.


Na Assembleia foram pontos  discutidos, o piso salarial para os médicos e as relações de trabalho, já que há muitas irregularidades nesse campo.


Informamos que o Sindicato representa os médicos que são empregados de hospitais e entidades de saúde, mesmo os terceirizados e que a legislação trabalhista e os direitos sociais são também extensivas aos médicos, apesar do frequente desrespeito.


A mobilização dos profissionais é fundamental para que os direitos dos médicos sejam garantidos. Direitos trabalhistas e previdenciários.


O Sindicato não abdica em nenhum momento da sua função de defesa da classe médica e sua diretoria tem feito todo o empenho nesse sentido, tanto no setor público quanto no privado.


A ASSEMBLEIA GERAL dos médicos da rede privada, inclusive dos terceirizados, foi declarada em caráter permanente e uma nova reunião acontecerá no próximo dia 22 de agosto, terça-feira, com presença da assessoria jurídica para discutirmos todas as providências necessárias para a campanha salarial desse ano.


Hospitais e instituições de saúde que tentam driblar ou sonegar os direitos sociais e trabalhistas que a lei garante aos médicos não devem ficar sossegados.


NÃO SE ESQUEÇAM DE DIVULGAR, AVISAR AOS COLEGAS, COMPARECER E PARTICIPAR.


Chega de sermos apenas cobrados e achacados. Chega de vendermos o nosso trabalho valioso e nossa responsabilidade profissional por preço vil.

ASSEMBLEIA GERAL DOS MÉDICOS DA REDE PRIVADA DE JUIZ DE FORA E REGIÃO - DIA 22 DE AGOSTO DE 2017 - TERÇA-FEIRA - 19 HORAS E TRINTA MINUTOS - NA SOCIEDADE DE MEDICINA E CIRURGIA DE JUIZ DE FORA - RUA BRAZ BERNARDINO, 59, CENTRO, JUIZ DE FORA - MG

terça-feira, 1 de agosto de 2017

FENAM ADERE A PROTESTOS CONTRA MINISTRO DO PONTO ELETRÔNICO

http://www.fenam.org.br/site/noticias_exibir.php?noticia=367

A equiparação do trabalho médico ao trabalho industrial é um equívoco visto por pessoas ignorantes do assunto como medida moralizadora e solução para os graves déficits que assolam o SUS.
DIA 3 OS MÉDICOS RESPONDERÃO.

quinta-feira, 27 de julho de 2017

SINDICATO DOS MÉDICOS REAGE COM PROTESTO A FALAS DESRESPEITOSAS DO MINISTRO DA SAÚDE

Recentes declarações, repercutidas na mídia brasileira, do principal gestor público da saúde do Brasil, o ministro da Saúde, Ricardo de Barros, do PP do Paraná, causaram indignação e desalento entre o médicos do país, em especial aqueles que ainda se esforçam para se manter no SUS. Essas declarações ministeriais refletiram desconhecimento da realidade, da natureza e da especificidade do trabalho médico e manifestaram um conteúdo de preconceitos velhos e desgastados.
No meio de todo o palavrório o ministro chegou a ser pejorativo, ressuscitou o surrado "finge que paga e finge que trabalha", e apontou o relógio de ponto como a salvação da lavoura para a crise do SUS. Falou isso como se representasse progresso ou solução decente a equiparação do trabalho médico ao trabalho industrial, fazendo terraplenagem sobre todas as especificidades e necessidades próprias de cada caso. Não apenas revelou desconhecer o trabalho médico, mas também o desinteresse em saber sobre organização do trabalho.
Esqueceu o gestor máximo da saúde que o serviço público tem sido inóspito para a classe médica, colocando-a entre as mais mal remuneradas entre as que exigem formação universitária. Além da questão salarial e, ainda mais grave, temos a precarização do trabalho médico, na forma de terceirizações, bolsas e até formas de contratação que ferem aos mínimos direitos trabalhistas.
Por isso levantaram-se vozes indignadas diante da infamante injustiça. Levantaram-se por toda parte onde havia médicos, com toda a capilaridade que tem essa classe, culminando na cúpula das principais entidades médicas brasileiras.
Em razão de tudo isso, no dia 03 de agosto próximo, na Sociedade de Medicina e Cirurgia, o Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e o CRMMG, erguerão, com ordem e indignidade, sua voz de protesto. Todos os médicos devem sentir-se convocados a comparecer. Será às 10 horas e 30 minutos.

quarta-feira, 24 de maio de 2017

SAÚDE E VIDA SÃO IMPORTANTES PARA O ESTADO. O ESTADO NÃO ALIMENTA OS DOENTES.

As autoridades, os políticos que nós votamos ou que foram eleitos porque deixamos de votar, juízes, juristas, dizem que, perante a lei os valores mais altos são a vida e a saúde. O leitor atento pergunta se tal dedução nasce da ignorância ou é uma demagogia deslavada. Não são raros os casos em que hospitais têm que recorrer à caridade para alimentar pacientes, garantir medicamentos básicos e médicos trabalham sem salário ou com salário atrasado e/ou parcelado. E eles lá, com altos cargos e salários, dizem que a vida e a saúde são os valores mais altos para o Estado. 

"O diretor técnico do Hospital Regional de Sorriso, a 420 km de Cuiabá, Roberto Satoshi, chorou, nesta segunda-feira (22), durante entrevista sobre a precariedade na unidade de saúde por atrasos nos repasses por parte do governo do estado, inclusive com a falta de alimentos para servir aos pacientes. Alguns serviços, como cirurgias, estão parcialmente suspensos desde março porque os médicos estão há três meses sem receber. Segundo a direção, a dívida do estado com a unidade é de R$ 8 milhões"

http://g1.globo.com/mato-grosso/noticia/medico-chora-ao-falar-sobre-precariedade-de-hospital-nunca-vi-isso-em-30-anos.ghtml

segunda-feira, 22 de maio de 2017

MÉDICOS HUMILHADOS E AGREDIDOS NA VENEZUELA POR DENUNCIAREM CAOS HUMANITÁRIO

Médicos venezuelanos são vítimas de perseguições que incluem aposentadoria compulsória e suspensão por meses, em decorrência de críticas dirigidas ao governo por falta de medicamentos e insumos. Vários médicos venezuelanos já foram vítimas de agressão por policiais ou milicianos ligados ao ditador MADURO.

https://m.oglobo.globo.com/mundo/venezuela-medicos-sao-afastados-ou-presos-por-fazerem-denuncias-21372597

A origem do homem e da sabedoria vieram do Mediterrâneo Oriental

Não apenas a filosofia grega e as religiões monoteístas contemporâneas, mas também o ancestral mais antigo do homem viveu no Mediterrâneo Oriental.

"Nós mesmos ficamos surpresos com os nossos resultados, pois até então só se conheciam pré-humanos da África ao sul do Saara", comentou Jochen Fuss, um dos integrantes da equipe. A análise dos sedimentos no local em que os fósseis foram encontrados revelou que o maxilar data de 7,175 milhões de anos, e o dente de 7,24 milhões.

Os achados paleontológicos são, portanto, ainda mais velhos do que o mais antigo pré-homem conhecido até então: o Sahelanthropus, da África, com 6 milhões a 7 milhões de anos de idade. A conclusão então seria que a linha evolutiva dos chimpanzés e dos pré-humanos ocorreu mais cedo do que se cria, e não na África, mas no leste do Mediterrâneo.

http://m.dw.com/pt-br/mais-antigo-ancestral-humano-pode-ser-originário-da-europa/a-38941355

 http://m.dw.com/pt-br/mais-antigo-ancestral-humano-pode-ser-originário-da-europa/a-38941355 

CFM, AMB E SOCIEDADES DE ESPECIALIDADES AGEM CONTRA USURPAÇÃO DO ATO MÉDICO

 Conselho Federal de Medicina (CFM) está atento às investidas de outras categorias profissionais na tentativa de usurpar atos exclusivos previstos na Lei do Ato Médico (nº 12.842/2013). Isso envolve atuação da coordenação jurídica do CFM em parceria com a de outras entidades.

Recentemente foi criada a Comissão Jurídica de Defesa ao Ato Médico, composta por representantes do CFM, dos CRMs, da AMB e de sociedades de especialidades. Juntos, eles têm definido estratégias para barrar na Justiça medidas tomadas contra o Ato Médico.

Nesta página, o leitor encontrará textos sobre as principais sentenças e liminares favoráveis à categoria médica que devem ser lidas e divulgadas. Algumas ainda podem ser objetos de recurso, mas comprovam a luta sem trégua contra os abusos.

Confira no link abaixo.
Basta clicar nas imagens para ter acesso às reportagens e manifestações do Judiciário. Ajude a defender a Lei do Ato Médico. Fique por dentro do trabalho feito pelo CFM e seus parceiros em favor do médico, da medicina e da sociedade
Confira em

 http://portal.cfm.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=26932 

CRISE NO SUS EM JUIZ DE FORA - ASSEMBLEIA DE MÉDICOS 06/06

FAX SINDICAL


De: Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e da Zona da Mata de Minas Gerais


Data: 22 de maio de 2017.


Assunto: CAMPANHA SALARIAL DOS MÉDICOS MUNICIPAIS - PREFEITURA DE JUIZ DE FORA - 2017

ASSEMBLEIA GERAL CONVOCADA PARA O DIA 06 DE JUNHO DE 2017, 19 HORAS E 30 MINUTOS EM PRIMEIRA E ÚNICA CONVOCAÇÃO, NA SOCIEDADE DE MEDICINA E CIRURGIA - Rua Braz Bernardino, 59 - Centro Juiz de Fora.

PAUTA: Campanha Salarial.

Motivo: A Prefeitura de Juiz de Fora apresentou-nos uma proposta de 0,5% de correção salarial em Janeiro com o restante da correção só em dezembro, totalizando 4,9%. Além da correção da distorção salarial (médicos municipais ganham menos que os demais técnicos de nível superior) de 2,5% a partir de julho.


Aceitaremos essa proposta ou não?


Com esse objetivo é que a diretoria do sindicato decidiu convocar a assembleia para deliberar sobre o assunto.


Informamos que outros sindicatos que participam da negociação (SINSERPU e professores) não estão satisfeitos com a proposta e se dispõem à paralisação.


O Sindicato quer ouvir os médicos municipais sobre essa proposta e o fará mediante assembleia, como sempre faz, democraticamente, em assuntos cruciais da categoria.


Todos sabemos que nossos salários são defasados, que as condições de trabalho da maioria dos médicos é aflitiva, que são cada dia mais frequentes as agressões contra colegas e profissionais de saúde, em atos de desrespeito e selvageria e até violência policial contra médicos municipais, servidores públicos efetivos, em seus locais de trabalho. E as exigências, crescentes, recaem sempre sobre a categoria profissional dos médicos. Não temos PCCS e as gratificações que recebemos não se incorporam para aposentadoria. Concursos públicos não são realizados e as chamadas para contratos temporários são incapazes de preencher as vagas necessárias, o que prejudica o bom funcionamento do sistema, por deficiência de mão de obra devidamente qualificada.


Apesar do aparente desprezo do mundo da política em relação à classe médica, já que saúde é geralmente levada a sério apenas nos palanques eleitorais, temos que responder a esta situação com a força da união dos médicos municipais e a assembleia é um momento de mostrar essa força.


Solicitamos a todos que ajudem a divulgar esse evento, que distribuam esse comunicado sindical, que avisem a amigos e colegas de trabalho.


O momento é de decisões firmes. A união faz a força.


TODOS À ASSEMBLEIA DE 06 DE JUNHO!!!

quarta-feira, 29 de março de 2017

NOTA DE UTILIDADE PÚBLICA #CRISEnoSUS Serviços de urgência e emergência de Juiz de Fora poderão ficar prejudicados por falta de médicos

COMUNICADO DE UTILIDADE PÚBLICA.


ATENÇÃO. URGENTE.


Os serviços de urgência e emergência prestados pelo SUS de Juiz de Fora poderão ser seriamente afetados e parcialmente suspensos.


A gratificação devida pela prefeitura de Juiz de Fora aos médicos de sobreaviso não está nos contracheques referentes ao mês de março.


Diante disso poderá haver demissões, suspensão de serviços e afastamento de profissionais, com consequências imprevisíveis.


Esperamos que o senhor prefeito e os gestores da saúde respeitem a classe médica, para evitar que isso acabe trazendo consequências desagradáveis para todo o sistema público de saúde.

quarta-feira, 22 de março de 2017

#CRISEnoSUS - "O OUTRO LADO" - |MÉDICOS DE JUIZ DE FORA ESTÃO PERDENDO A ESPERANÇA NAS NEGOCIAÇÕES TRABALHISTAS COM PREFEITURA

FAX SINDICAL
Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e Zona da Mata de MG
DATA: 23 de março de 2017
ASSUNTO: CAMPANHA SALARIAL DE 2017 – INFORMAÇÃO – MOBILIZAÇÃO

EDITORIAL

MÉDICOS DA PREFEITURA DE JUIZ DE FORA EM LUTA POR RESPEITO E DIGNIDADE – CAMPANHA SALARIAL 2017 – ATÉ O MOMENTO SEM RESULTADOS

UM TRABALHO SOCIALMENTE RELEVANTE, TIDO COMO ESSENCIAL, NÃO PODE SER DESVALORIZADO POR AQUELES QUE TÊM O DEVER MORAL DE RECONHECÊ-LO E VALORIZÁ-LO

O Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e a Prefeitura estão tentando entabular negociações salariais. Como todos sabem a reposição das perdas salariais sofridas pela categoria, segundo a disposição da atual administração municipal, será feita somente em dezembro, provocando um achatamento salarial sobre salários que já não são satisfatórios. A situação é alarmante.
Não há qualquer demonstração de preocupação dos atuais governantes quanto às consequências negativas dessa política, ou seja, a falta de médicos, em especial nas especialidades. Não sabemos se, atrás dessa indiferença existe algum projeto de terceirização generalizada dos serviços ou se existe um cálculo que a população poderá suportar ainda mais a redução dos serviços médicos especializados prestados pelo SUS.
Os médicos da prefeitura de Juiz de Fora recebem salários inferiores aos demais técnicos de nível superior, trabalham geralmente em condições difíceis, de insegurança, conforme tem sido noticiado pela imprensa local, bem como com falta de insumos e medicamentos, fatos que também frequentam o noticiário.
Há, cada vez mais, uma desânimo entre a fração da classe médica que trabalha para a prefeitura, que se sente “o outro lado”, nunca ouvido e escassamente respeitado.
Cada vez mais é possível notar que o serviço público não é um lugar hospitaleiro para os médicos que lá queiram trabalhar, apesar de todos saberem que a maioria da população brasileira é usuária do SUS e que um sistema público de saúde não funcionará sem médicos, exceto nos delírios dos mais tresloucados burocratas.
Trata-se aqui de um confronto entre um apelo à responsabilidade e uma atitude irresponsável, não apenas em relação à classe médica, mas à enorme população que depende de seus serviços.
A negociação tornou-se um impasse, onde uma categoria profissional é sempre o “outro lado” nunca ouvido, aparentemente nem levado a sério. Que consequências decorrerão dessa atitude irresponsável? Não sabemos, mas todos saberão quem são os verdadeiros responsáveis por isso. Aos médicos municipais de Juiz de Fora, aparentemente vencidos pelo desânimo e pela revolta, recomendamos que estejam preparados para se mobilizar, porque é daí, do ato público, que nascerá a merecida reação a esse tratamento indigno que estamos recebendo e que não merecemos.

Ao prefeito Bruno Siqueira e seu secretariado, apelamos apenas para o bom senso. Aos médicos pedimos que estejam atentos diante dos fatos que vêm acontecendo.

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