segunda-feira, 31 de março de 2008

Confirmadas mais 13 mortes por dengue na cidade do Rio

Confirmadas mais 13 mortes por dengue na cidade do Rio - O Globo Online



Epidemia

Confirmadas mais 13 mortes por dengue na cidade do Rio


Publicada em 31/03/2008 às 19h58m

O Globo Online

Paciente recebe hidratação no hospital de campanha da aeronáutica, na Barra da Tijuca / Foto: Domingos Peixoto - O Globo


RIO - A Secretaria municipal de Saúde confirmou nesta segunda-feira mais 13 mortes por dengue no Rio, sendo cinco de crianças. Com isso, chega a pelo menos 67 o número de vítimas da dengue no estado desde janeiro, sendo 40 crianças. Só na capital, a dengue matou 44 pessoas. Relatório do Ministério da Saúde divulgado nesta segunda informa que a incidência de dengue no Brasil caiu 27% em 2008 . Em números absolutos, o Rio de Janeiro ficou com 36% do total de 120.570 casos do país.



Segundo o G1 , entre os 13 mortos confirmados nesta segunda estão um bebê de 9 meses que morreu em Colégio, no subúrbio. Uma menina de 6 anos morreu em Realengo, na Zona Oeste do Rio. Na Maré, no subúrbio, um bebê de 4 meses foi a vítima. Em Anchieta e Inhaúma, subúrbio, um menino de 8 anos e uma menina de 7 anos morreram. As outras vítimas foram confirmadas como moradoras de Vila Valqueire, Vila da Penha, Jardim Guanabara e Engenho de Dentro, no subúrbio, Gardênia Azul, Taquara e Anil, na Zona Oeste.


Para ajudar a desafogar as emergências, começaram a funcionar na manhã desta segunda os hospitais de campanha das Forças Armadas no Rio . Ao todo, 1.200 homens do Exército, Marinha e Aeronáutica vão atender pessoas que contraíram a doença no Rio, que lidera o ranking de casos da doença no estado: são mais de 31 mil registrados desde o início do ano. No Hospital da Marinha, na Baixada Fluminense, foram feitos 226 atendimentos neste primeiro dia e confirmados 201 casos de dengue, sendo 84 em crianças.


O secretário estadual de Saúde, Sérgio Côrtes, afirmou na manhã desta segunda-feira que vai pedir que pediatras de outros estados sejam enviados ao Rio , temporariamente, para ajudar no combate à dengue. Em entrevista à Rádio CBN, o secretário afirmou que já entrou em contato com o Conselho Nacional de Secretarias Estaduais de Saúde para pedir a ajuda dos profissionais ( ouça trecho da entrevista ).


No sábado, o superintendente de Vigilância em Saúde do estado, Victor Berbara, afirmou que se não for feito um trabalho de prevenção e controle vetorial adequados, além da mobilização da população, durante todo o ano, poderá haver uma nova epidemia em 2009, de proporções ainda maiores. ( Ouça declaração do superintendente ).

ELES PAGAM MAL E NÃO SE PREOCUPAM COM CONDIÇÕES DE TRABALHO E AGORA QUEREM RECRUTAR MÃO DE OBRA BARATA PELO BRASIL AFORA.

O movimento sindical médico tem denunciado em vários Estados e Municípios, os efeitos ruins da má remuneração e da situação precária às quais estão condenados os médicos do serviço público. Esse problema, embora geralmente ocorra longe dos holofotes, por vezes chama atenção de todos, ganha páginas de grandes jornais e emissoras de televisão e notícias radiofônicas. Aí todos vêem que na administração dos negócios da saúde, o rei está nu. Agora estão na berlinda Sérgio Cabral e César Maia. A forma como suas administrações tratou as reivindicações do Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro ficou muito abaixo do desejável. Os fatos recentes dão razão às reivindicações do movimento sindical e desmentem muitas afirmações do lado patronal, no caso, governantes.


Essa notícia saiu (entre outros órgãos de imprensa) no Estado de São Paulo on-line, conforme link que está abaixo da transcrição da notícia.


segunda-feira, 31 de março de 2008, 13:13 | Online3



Rio pede médicos de outros Estados contra epidemia de dengue


Estado vai arcar com despesas de transporte e hospedagem de médicos, além de pagar pelos plantões realizados


Solange Spigliatti - estadao.com.br



SÃO PAULO - O secretário estadual da Saúde do Rio, Sérgio Cortês, afirmou nesta segunda-feira, 31, que quer buscar pediatras em outros Estados com o intuito de fortalecer o atendimento de crianças com dengue na cidade. No fim de semana, pelo menos cinco novas mortes suspeitas de dengue foram registradas, três delas de crianças no Estado. Ao todo, entre os casos confirmados e aqueles que ainda dependem de confirmação clínica, 119 pessoas podem ter morrido no Rio em decorrência da doença.


Segundo informações da Secretaria da saúde, a secretaria, que está enfrentando dificuldades em contratar novos profissionais, devido à falta de procura dos médicos, vai arcar com as despesas de transporte e hospedagem dos médicos, além de pagar pelos plantões realizados. A Secretaria ainda não tem informações de quantos profissionais ainda são necessários para atender à grande demanda.


A capital lidera o número de mortes oficiais: 31. As Forças Armadas abrem nesta segunda-feira, 31, três hospitais de campanha para ajudar no atendimento aos doentes da epidemia de dengue. O número de casos notificados em todo o Estado já chega a 45 mil desde janeiro - nos 12 meses de 2007, foram cerca de 66,5 mil casos da doença. 


A Aeronáutica apresentou no domingo as barracas do seu hospital de campanha, que vai funcionar na Barra da Tijuca. Ele será o único das três unidades militares que terá as portas abertas ao público. A unidade tem um laboratório capaz de fazer exames de sangue para diagnosticar a doença em poucos minutos e uma UTI móvel. Os hospitais do Exército, na Vila Militar de Deodoro (zona norte), e da Marinha, em Nova Iguaçu, receberão somente casos encaminhados pela rede pública para hidratação venosa. O governo estadual, que já inaugurou quatro tendas de hidratação na região metropolitana, abrirá outras duas nesta semana.


O cenário é caótico na emergência pediátrica do Hospital Cardoso Fontes, que era administrado pela prefeitura e foi retomado pelo governo federal na intervenção de 2005. Mães que não conseguiam atendimento para os filhos se queixaram da falta de pediatras. A alta incidência da dengue entre crianças foi tema de uma manifestação na Praia da Barra, que teve meninas e meninos fantasiados de mosquito. Tags:  saúde pública, dengue, epidemia, Rio de Janeiro, Sérgio Côrtes


Fonte: http://www.estadao.com.br/busca/JSearch/TQM!tQM.action?e=&s=sa%FAde%20p%FAblica



 

MOBILIZAÇÃO DOS MÉDICOS DA PREFEITURA DE JUIZ DE FORA

amanhã às vinte horas realizar-se-á na Sociedade de Medicina e Cirurgia de Juiz de Fora uma Assembléia Geral de médicos da Prefeitura de Juiz de Fora e prestadores autônomos de serviços ao SUS para deliberar e votar sobre a pauta de reivindicações, inclusive salariais, que será apresentada à administração municipal. Também haverá deliberação e votação sobre a defesa do Código 7.


A campanha salarial desse ano tem grande importância, porque os salários dos médicos da Prefeitura acha-se defasado e o salário base inicial dos médicos já atingiu patamar inferior ao mínimo profissional de três salários mínimos, definido em lei. A par disso, a Prefeitura de Juiz de Fora pratica discriminação salarial contra os médicos, que percebem apenas setenta e cinco por cento do salário de nível superior. Com isso a administração municipal, na prática, não vem reconhecendo a carga horária especial dos profissionais.


Já há dificuldades em conseguir médicos plantonistas para contratação. Os contratados terão salário base inferior a três salários mínimos. Os profissionais estão desmotivados e há mesmo risco de pedidos de demissão, tal o desinteresse que já vai atingindo a categoria.


Entretanto a Prefeitura, que detém a gestão do SUS no Município, têm a obrigação de garantir a regularidade e a normalidade dos serviços prestados. Em razão disso têm que ouvir as reivindicações da representação classista dos médicos. O Sindicato também contribui para a organização do trabalho médico.

MOVIMENTO SINDICAL E SOCIAL ALERTAM PARA O PERIGO DO PACTO PT-TUCANOS EM BH - OS SERVIDORES ESTADUAIS ESTÃO DESCONTENTES COM SUA SITUAÇÃO ATUAL.

Belo Horizonte, 27 de março de 2008.


Exmo. Sr. Fernando Pimentel


Prefeito de Belo Horizonte



 


A conjuntura política de Belo Horizonte vem se tornando destaque nos debates sobre sucessão Municipal em Minas Gerais. Atentos aos movimentos desta conjuntura, militantes de diversos segmentos dos movimentos social e sindical, a exemplo da Central Única dos Trabalhadores de Minas Gerais torna público suas preocupações e alerta as comunidades de Belo Horizonte acerca das discussões e acordos políticos visando às eleições 2008 e 2010, bem como suas conseqüências para nossa cidade.


No momento em que os tucanos reafirmam suas propostas neoliberais, combatendo todos os avanços do governo Lula, essa proposta de aliança confunde os debates políticos dos projetos que temos para a sociedade.


Os movimentos social e sindical pela sua capacidade de interagir diretamente com a população consegue repercutir as necessidades, reivindicações e pensamentos das bases sociais, sobretudo das classes mais carentes da população. Representar, mediar e implementar ações para garantir justiça social é missão dos militantes sociais.


Os avanços significativos acerca da participação da sociedade na decisão e administração dos recursos públicos em Belo Horizonte nos últimos 15 anos são fruto de discussões, negociações e vivências que os militantes sociais mediam desde a eleição de Patrus e Célio de Castro.  A participação popular, o controle social que iniciou em 1993 foi conquista do movimento social com a ajuda da sensibilidade partidária, não foi uma concessão ou dependeu de boa vontade pessoal deste ou daquele prefeito.


Aliás, governar com participação da sociedade não é projeto que se encomenda ou copia deste ou daquele governante. Esta capacidade se adquiri através da experiência de vida, que apenas os movimentos social e sindical são capazes de possibilitar.


Neste momento em que a imprensa considera como certo, apóia e divulga o acordo político entre o Governador Aécio Neves e o Prefeito Fernando Pimentel, e percebendo o risco de perder os avanços no controle social no nosso município, chamamos atenção da sociedade e das comunidades pobres da nossa cidade para o acordo em que esta sendo encaminhado pelo Prefeito e governador visando às eleições de 2008 e 2010.


É salutar a convivência administrativa do prefeito e do governador. No entanto o acordo em que ambos vem costurando não garante a continuidade do modelo de gestão que os movimentos sociais e as comunidades de Belo Horizonte ajudaram a implementar ao longo dos últimos 15 anos.


A Praça 7 de Setembro, tem sido palco de constantes manifestações de professores, policiais civis, profissionais da saúde e de outros segmentos contra a política do Governador do Estado e de seus Secretários é deste lugar e espaço que fazemos este alerta a sociedade de Belo Horizonte, já a imprensa não deixa espaço para este contraditório e deixa margem para a constatação de consenso e concordância com tal acordo.


Chamamos também a atenção dos militantes do Partido dos Trabalhadores que também tem contribuição importante na gestão da PBH desde 1993, para no âmbito do partido não deixar que objetivos pessoais e de mandatos sobrepõe os conteúdos programáticos e compromissos históricos deste partido com os trabalhadores e comunidades carentes da nossa cidade. A história do Partido dos Trabalhadores contradiz a estratégia eleitoral que se esconde atrás do acordo Pimentel / Aécio. Será um absurdo os militantes do Partido dos Trabalhadores abrir mão da gestão participativa e popular para sustentar projetos pessoais visando o Governo do Estado e Presidência da República em 2010.


A população de Belo Horizonte que nos últimos 15 anos defendeu o método participativo da atual gestão municipal derrotando candidatos identificados com os métodos de governo aplicado no âmbito do estado e denunciados pelos movimentos sindical e social, certamente reprovará e entenderá o manifesto que os militantes sociais aqui realiza.



 


Assinam os militantes dos movimentos social e sindical:


CUT Minas Gerais, secretaria sindical pt/mg, sindicato dos metalúrgicos de bh/contagem, sindicato dos bancários de bh e região, federação dos metalúrgicos da cut, federação dos trabalhadores do serviço publico municipal de minas gerais – FETAM/MG-CUT, urbanitários (sindieletro/mg, sindagua/mg), vigilantes de minas gerais, trabalhadores em entidades sindicais, frente nacional de ong´s pela reforma política, movimento luta pela moradia, instituto mineiro de moradia, militantes de combate ao raciscmo.

sábado, 29 de março de 2008

SINDICATO DOS MÉDICOS DO RIO PANFLETA UNIDADES DE SAÚDE E RECEBE APOIOS.

Rio de Janeiro. Sindicato dos Médicos panfleta unidades de saúde e recebe apoio dos usuários dos serviços. Sindicato dos Odontólogos aderiu ao movimento.


Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro


Panfletagem na rede pública:


usuários apóiam reivindicações dos médicos


Panfletagem na rede pública:


usuários apóiam reivindicações dos médicos


A população usuária de diversas unidades da rede pública de saúde do Rio de Janeiro foi informada ontem, dia 27 de março de 2008, sobre as dificuldades enfrentadas pelos médicos para exercer a profissão e oferecer atendimento adequado aos pacientes. Os médicos fizeram panfletagem no interior de diversas unidades das redes municipal, estadual e federal, distribuindo carta aberta elaborada pelo Movimento em Defesa do Exercício Ético da Medicina que foi criado pelo Sindicato dos Médicos do RJ há dois anos. O documento aponta o descaso dos governantes como principal causa da crise na saúde pública, que impõe condições precárias de trabalho e salários aviltantes aos médicos, afastando-os da rede. Em reunião de avaliação da atividade realizada à noite pelo Movimento na sede do SinMed/RJ, os médicos que participaram da atividade informaram que os usuários externaram total apoio aos servidores da saúde no que se refere às suas reivindicações.


A panfletagem foi realizada no HGB, Souza Aguiar, Cardoso Fontes, IECAC, Andaraí e PAM de Irajá, entre outras unidades. O Dr. José Romano, Diretor do SinMed/RJ, defendeu que em novas mobilizações, os médicos informem aos usuários detalhes que retratem o aviltamento salarial enfrentado pela categoria. “A população precisa saber que em um plantão de 12 horas, um médico da Emergência recebe menos de um real por consulta e que é por isso que faltam médicos na rede pública”, frisou. Durante o encontro, o Movimento recebeu um importante aliado, o Sindicato dos Cirurgiões Dentistas do estado do RJ, que passará a integrar o grupo na defesa dos profissionais de saúde.


Os médicos defendem piso salarial de R$ 6.963,52 para 20 horas de trabalho (conforme recomendação do último Enem/2007), Carreira de Estado,implantação do PCCS, aumento do valor da bolsa de estudos para os médicos residentes e a revitalização das unidades de saúde, entre outros importantes itens.


O próximo encontro do Movimento em Defesa do Exercício Ético da Medicina será realizado no dia 10 de abril de 2008, às 19 horas, na sede do


SinMed/RJ. Participe!

SINDICATO DOS MÉDICOS DO RIO DE JANEIRO: DIGA NÃO ÀS FUNDAÇÕES!!!

CONTAGEM: MOVIMENTO MÉDICO DENUNCIA SITUAÇÃO DA SAÚDE NO MUNICÍPIO E INVERDADES DA PREFEITA.

Sindicato dos Médicos de Minas Gerais divulga nota sobre a relação desastrosa dos médicos com a atual administração municipal de Contagem. Isso reflete negativamente nas condições de funcionamento do SUS no município. A campanha dos médicos de Contagem faz parte da campanha pela valorização dos médicos no Serviço Público no Estado de Minas Gerais, onde os médicos estão no último degrau de prioridade no Serviço Público. O governo do Estado diz que a saúde por aqui é de qualidade. Os médicos, que entendem do assunto, acham que não é bem assim. Nós fazemos nossos movimentos e esclarecemos à população.  Link

28/03/2008
NOTA DE ESCLARECIMENTO À POPULAÇÃO DE CONTAGEM


  


Em 1185 dias de governo, a prefeita Marília Campos, ex-sindicalista, foi capaz de construir uma relação desastrosa com médicos e médicas do município. Assumiu como uma esperança de solução para os muitos anos de desmandos e governos descomprometidos com os interesses dos trabalhadores da cidade, mas demonstrou uma completa incapacidade de construir soluções duradouras para os gravíssimos problemas da saúde em Contagem.



      Em 1185 dias de governo, a prefeita Marília Campos NÃO foi capaz de instalar uma Mesa de Negociação Permanente do SUS, instância destinada a consensuar soluções para as necessidades dos trabalhadores da saúde e os interesses do governo. NÃO foi capaz de garantir equipes completas de atendimento, seja na atenção básica (PSF), seja nas UAI’s ou no Hospital Municipal.



A Maternidade Municipal é um caso especial. Em 1185 dias de governo, a prefeita Marília Campos NÃO foi capaz de eliminar os focos de escorpiões que ameaçam crianças, mães e os profissionais que lá trabalham. A UAI Ressaca está em reforma há meses e em condições precárias de atendimento, situação já constatada pelo Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais, que deverá tomar providências visando garantir o direito da população a um atendimento digno.



      Os médicos de Contagem vêm lutando constantemente por uma saúde de qualidade. Ao lutar por melhores condições de salário e de trabalho, a categoria está lutando por melhores condições de atendimento à população. A prefeita Marília Campos tem se recusado sistematicamente a negociar e qualquer declaração em contrário é uma inverdade. Em Estado Democrático de Direito, felizmente os prefeitos e prefeitas passam, mas nossa luta por melhores condições de trabalho para os profissionais e atendimento aos usuários do SUS continua.



            Em 1º de abril, dia mundial da mentira, o Sindicato dos Médicos de Minas Gerais – Sinmed-MG sugere que a população de Contagem reflita sobre as falsas declarações e inverdades constantemente repetidas pela administração de Contagem.


 


Sindicato dos Médicos de Minas Gerais – Sinmed-MG

EM ABRIL "JALECAÇO" NA CÃMARA FEDERAL. MÉDICOS PEDEM REMUNERAÇÃO E CONDIÇÕES DE TRABALHO, EM DEFESA DO SUS.

FENAM:::Federação Nacional dos Médicos

Cerca de 300 médicos deverão participar do “jalecaço” em abril



O diretor da Federação Nacional dos Médicos, Márcio da Costa Bichara, disse que a expectativa da Comissão Nacional de Remuneração e Mercado de Trabalho do Médico e Pró-SUS é de que cerca de 300 médicos participem da próxima manifestação que as entidades nacionais - Fenam, Conselho Federal de Medicina e Associação Médica Brasileira - estão organizando como parte do Movimento de Valorização do SUS e Defesa do Trabalho Médico. O evento foi marcado para o dia 17 de abril, às 14 horas, na Câmara dos Deputados, em Brasília.
     
     Segundo Márcio Bichara, que é membro da Comissão Pró-SUS, embora o movimento não tenha cunho político, a expectativa é de que, além dos médicos, também haja uma presença maciça de deputados e senadores ao ato, que já está sendo chamado pela categoria de "jalecaço".
     
     O tema foi tratado no último encontro da comissão, realizado no dia 19 deste mês, na sede do CFM, em Brasília. Na ocasião, dirigentes da Fenam, do CFM e da AMB se reuniram com integrantes das comissões estaduais também para preparar as demais atividades da Semana Mundial da Saúde, que começa no dia sete de abril.
     
     O Movimento de Valorização do SUS e em Defesa do Trabalho Médico foi lançado no dia 21 de novembro do ano passado, com uma grande mobilização nacional, e tem como meta o cumprimento da pauta de reivindicações dos médicos, que inclui, entre outros itens, melhores condições de trabalho e remuneração justa, com a implantação de um Plano de Cargos, Carreiras e Salários específico para a categoria, bem como atendimento digno à população.
     

Fonte: 
Imprensa Fenam - 28/03/2008

MÁ REMUNERAÇÃO E CONDIÇÕES DE TRABALHO PRECÁRIAS LEVAM MÉDICOS AO DESÂNIMO E CAUSA DECADÊNCIA DA ASSISTÊNCIA MÉDICA AOS BRASILEIROS.

Dengue hemorrágica. Crianças morrem no Rio de Janeiro. Tuberculose. Mães acorrentam filhas porque são dependentes químicas e não têm acesso ao tratamento. Planos de saúde: médicos diminuem tempo de atendimento para aumentar número de atendimentos e tentar obter um rendimento decente. No serviço público muitos profissionais pedem demissão. A matéria abaixo, publicada já ha' algum tempo, mostra as causa do desânimo e sugerem suas consequencias terríveis.


Governantes, economistas e legisladores podem usar essas notas para reflexões sobre esse problema cruel e desumano que aflige profissionais que lidam com a vida, sabidamente um bem precioso.


VEJA on-line


Medicina
Radiografia do desânimo


Pesquisa do Conselho Federal de Medicina
traça o perfil dos médicos brasileiros



Paula Neiva


  Roberto Loffel


Acaba de ser concluída a maior pesquisa já feita sobre o perfil dos médicos brasileiros. O estudo, patrocinado pelo Conselho Federal de Medicina, entrevistou mais de 14.000 médicos de todo o Brasil e pinta um quadro nada róseo. Eles estão pessimistas quanto ao seu futuro e avaliam a atividade como desgastante e mal remunerada. Não é conversa de eterno insatisfeito. Na comparação com uma primeira pesquisa realizada em 1996, fica evidente a erosão sofrida pelos médicos. Apenas 8,5% dos entrevistados têm salário acima de 12.000 reais por mês. No estudo anterior, esse grupo representava quase 20% do total. Atualmente, mais da metade dos médicos tem renda inferior a 6.000 reais mensais – o mesmo que ganha um gerente de loja de grife.


Quase metade dos médicos atende por planos de saúde. Por consulta, eles ganham cerca de 25 reais, valor que há sete anos não tem reajuste. Para conseguir uma remuneração melhor, um médico tem de esticar a jornada de trabalho e se desdobrar em vários empregos. Em média, um médico trabalha setenta horas por semana. Muitas vezes, fazem plantões que ultrapassam 24 horas. A situação é tão crítica que já se observa um fenômeno inédito nas salas de emergência. Para complementar a renda, os mais velhos vêem-se obrigados a voltar à dura rotina dos plantões – atividade típica de quem se encontra em início de carreira. "Um aspecto preocupante é que, como tem de trabalhar além da conta, o profissional reduz o tempo destinado à atualização. O resultado é a piora da qualidade dos atendimentos", diz o médico Mauro Brandão, do Conselho Federal de Medicina.


Com essa proletarização, é natural que cresça a opção por especialidades mais rentáveis. Atualmente, as três que mais atraem os médicos são a cardiologia, a clínica médica e a pediatria. Na pesquisa de 1996, oftalmologia e ortopedia figuravam entre as dez mais procuradas. Perderam lugar para dermatologia e urologia. A valorização mercadológica das duas áreas tem motivos claros. Os dermatologistas agora executam inúmeros procedimentos estéticos. Quanto aos urologistas, eles passaram a atender mais pacientes depois do advento dos novos remédios contra a impotência.


Mesmo com tantas adversidades, 65% dos médicos afirmam estar satisfeitos com a profissão. A porcentagem dos formados que não a exercem é ínfima: menor que 2%. Ou seja, a vocação e a abnegação continuam a movê-los, assim como nos tempos do grego Hipócrates, considerado o pai da medicina. A profissão mantém, ainda, uma aura de status, juntamente com a de advogado e a de engenheiro. Tudo somado, está explicado por que os vestibulares para os cursos de medicina são disputadíssimos. Nas melhores faculdades, o número de candidatos por vaga pode chegar a 125. Há uma idéia razoavelmente difundida de que a saída para os médicos brasileiros é abdicar dos grandes centros e partir para o interior. Como todo lugar-comum, há um pouco de verdade e muito de fantasia nisso. Algumas cidades interioranas realmente oferecem boas condições de trabalho. Mas, no geral, o panorama é desolador. O Brasil é um país que não cresce – e essa é uma doença que, infelizmente, nenhum médico pode curar.



Muito trabalho, pouco dinheiro


• 70% dos médicos brasileiros são homens  


• 65% têm menos de 45 anos  


• 90% definem a profissão como desgastante  


• 56% têm três ou mais empregos  


• 43% dão plantões semanais de 12 a 48 horas  


• 49% estão vinculados a planos de saúde, que pagam, em média, 25 reais por consulta


• 52% ganham menos de 6 000 reais mensais  


• 8,5% recebem mais de 12 000 reais por mês



Fonte: Conselho Federal de Medicina


DENGUE AVANÇA E GOVERNADOR TENTA EXPLICAR PORQUE FECHOU HOSPITAL

Sérgio Cabral indicou José Gomes Temporão para o Ministério da Saúde. Nos últimos três dias a dengue no Rio de Janeiro avançou vinte e seis por cento. Três mortos hoje, três crianças. Cabral desativou o Hospital São Sebastião. A Justiça sentenciou que se o SUS não tiver leitos disponíveis para atender portadores de dengue, o Estado e a Prefeitura terão que pagar leitos em hospitais privados.


Cabral: parada de hospital não impede combate à dengue - 29/03/2008 - UOL Últimas Notícias

29/03/2008 - 13h21
Cabral: parada de hospital não impede combate à dengue


Alexandre Rodrigues
No Rio de Janeiro


O governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), disse hoje que a paralisação do único hospital de infectologia do Rio de Janeiro não faz falta ao combate da epidemia de dengue que assola o Estado, principalmente a capital fluminense. Até ontem, 54 mortes por dengue foram confirmadas.

O Instituto Estadual de Infectologia São Sebastião, construído no século 19 na zona portuária, está funcionando com menos de 20% de sua capacidade. "Aquilo era um caos, uma desorganização. Um prédio completamente desestruturado, longe de tudo."

Hospitais privados terão de adotar um sistema online de notificação dos casos de dengue à Secretaria Estadual de Saúde. Esta é uma das medidas definidas na reunião desta sexta-feira (28) pelo ministro da Saúde, José Gomes Temporão, com representantes de hospitais particulares, planos e seguros de saúde, para tentar conter o avanço da doença no Estado. CONTROLE ONLINE DA DENGUE LEIA MAIS NOVA TENDA DE HIDRATAÇÃO VEJA O INFOGRÁFICO ÚLTIMAS NOTÍCIAS FOTOS DO DIAPara o governador, não houve equívoco de seu governo ao fechar o hospital de concretizar a sua transferência para o prédio da Beneficência Portuguesa, no Catete, que ainda será comprado.

Cabral também criticou o presidente do Sindicato dos Médicos do Rio, Jorge Darze, que classificou ontem o fechamento do hospital como um crime contra a saúde pública. "Acho que o sindicato neste momento tinha que estar mobilizando os médicos".

Cabral disse concordar com a decisão da Justiça de obrigar os governos estadual e municipal a oferecer um leito aos pacientes com dengue em 24 horas, mesmo que o SUS tenha de pagar por um leito na rede privada.

O governador disse não saber se o instrumento será necessário e informou que o Hospital Israelita ofereceu leitos para doentes da rede estadual. O secretário estadual de Saúde, Sérgio Côrtes, ressaltou que os hospitais privados também estão sobrecarregados.

sexta-feira, 28 de março de 2008

Dengue 'sem controle' expõe frouxidão da saúde no Rio, diz Economist

Saúde Pública no Brasil vira assunto da imprensa internacional.



BBCBrasil.com | Reporter BBC | Dengue 'sem controle' expõe frouxidão da saúde no Rio, diz Economist








Dengue 'sem controle' expõe frouxidão da saúde no Rio, diz Economist









Pacientes aguardam do lado de hora de hospital carioca
Para revista, vitória contra mosquito foi declarada antes do tempo

A revista britânica The Economist publica em sua nova edição uma reportagem sobre os casos de dengue no Rio de Janeiro, onde, segundo a revista, o mosquito e a doença se alastram "sem controle" por causa da lentidão das autoridades em enfrentar uma ameaça conhecida há pelo menos um ano.

A publicação lembra que, até 1980, a dengue era relativamente rara na América Latina e a versão hemorrágica potencialmente fatal ainda menos freqüente porque autoridades de saúde haviam praticamente eliminado o mosquito Aedes aegypti, que transmite tanto a dengue como a febre amarela.


"Mas a vitória foi declarada prematuramente: o compromisso e os recursos desapareceram, enquanto as cidades continuaram a crescer", diz a Economist.


A revista lembra que há um ano "especialistas do ministro da Saúde para baixo" já admitiam o risco de a dengue sair de controle, mas que, desde então, teriam se perdido em um debate vazio sobre se o mosquito da dengue, e portanto a responsabilidade sobre o seu controle, é "municipal, estadual ou federal".


A Economist diz que a gravidade da crise só foi reconhecida no dia 24 de março, quando, com o número de vítimas subindo, "autoridades nacionais e locais convocaram um gabinete de crise".


"Infelizmente, retórica inflamada e burocracia interminável não são sintomas novos da política do corpo-a-corpo brasileira", avalia a revista. "Será preciso mais do que isso para esmagar o mosquito."

quinta-feira, 27 de março de 2008

ESTADO DE MINAS GERAIS: MÉDICOS DO IPSEMG EM LUTA POR CARGO, CARREIRA E SALÁRIO

ÁÉCIO AINDA NÃO DEU CARREIRA, NEM CARGO E NEM SALÁRIO AOS MÉDICOS DA SES E DO IPSEMG.


Minas de Aécio: médicos do IPSEMG em luta por cargo, carreira e salário. Enfrentar os políticos bananeiros, os que ajudaram a transformar Minas em uma república de bananas sob a batuta do Aécio Cunha, é uma imposição diante do movimento sindical.


Link

26/03/2008
Médicos do Ipsemg lutam por criação do cargo e carreira de médico e reajuste do vencimento básico


No dia 19 de março, os médicos do Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais - Ipsemg se reuniram, em Assembléia Geral Extraordinária, para discutir as reivindicações apresentadas ao Governo em março de 2007. Entre os pontos abordados na pauta, dois se destacaram: o reajuste do vencimento básico e a criação do cargo e da carreira de médico.

Há mais de um ano a categoria vem lutando por um aumento no vencimento básico, hoje de R$ 1.000, valor bem abaixo do reivindicado. Os médicos pleiteiam piso defendido pela Federação Nacional dos Médicos- Fenam de R$ 3.481,76 para 20 horas semanais. No próprio Estado, os servidores médicos da Fhemig e do Hemominas já conquistaram a carreira e vencimento inicial de R$ 2.400.

Nesta Assembléia, foi apresentada correspondência oficial da direção do IPSEMG, informando que a proposta de criação do cargo e da carreira de médicos do Instituto foi encaminhado, através de minuta de Projeto de Lei, para a comissão tripartite de negociação, comissão esta da qual o Sindicato dos Médicos de Minas Gerais - Sinmed-MG não foi convidado a participar.
Reafirmando que a representação da categoria médica é exercida pelo Sindicato, a Assembléia deliberou que o Sinmed-MG encaminhe ofício ao governo exigindo sua participação na comissão de negociação. O documento foi enviado no dia 25.

 Foi deliberado, ainda, que a categoria está em assembléia permanente para avaliar os encaminhamentos das reivindicações.


O Sinmed-MG convoca os médicos do Ipsemg para:


ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA



Data: 2 de abril - quarta-feira
Horário: 19h
Local: Centro de Estudos do Hospital Governador Israel Pinheiro – Alameda Ezequiel Dias, 225 – Centro.
Pauta: Continuação das deliberações do movimento.

MUNICÍPIO DE OLINDA. CAMPANHA SALARIAL - MÉDICOS FAZEM PARALISAÇÃO DE 48 HORAS.

Médicos vão suspender atividades em todas as unidades. Os das unidades ambulatoriais irão reforçar as comissões de triagem nas unidades de urgência e emergência. A paralisação irá durar 48 horas e o movimento poderá evoluir. Conforme a resposta da Prefeitura.


FENAM:::Federação Nacional dos Médicos

Médicos de Olinda paralisam atividades por dois dias

Os médicos de Olinda aprovaram uma paralisação de 48 horas (próxima quinta e sexta-feira, dia 27 e 28) dos serviços de ambulatórios e também farão processo de triagem nas emergências da rede pública municipal de saúde. A decisão foi tomada durante assembléia geral, realizada nesta terça-feira (25/03), no auditório do Sindicato dos Médicos de Pernambuco. A categoria se mostra indignada com o "descaso do 'governo popular' da prefeita Luciana Santos pelo não cumprimento do acordo por melhores condições de trabalho e implantação da carreira do médico”.
     
     Segundo os profissionais médicos que atuam nos serviços de pronto-atendimento (SPA) as negociações com a prefeitura acontecem há três anos sem êxito. Por sua vez, a categoria denuncia que ganha salários aviltantes, por isso resolveu iniciar o processo de demissão "para não ser conivente com as péssimas condições de atendimento que colocam a saúde dos cidadãos em risco permanente".
     
     Os médicos afirmam que querem contar com a colaboração da população olindense e esperam que as pessoas participem e façam valer os seus direitos, exigindo que a prefeitura cumpra com suas obrigações com os profissionais de saúde.
     
     
     

Fonte: 
Assessoria de Imprensa do Simepe - 26/03/2008

CFM veta atividades de médico legista em delegacias de polícia.

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27/3/2008 Seção:Geral

Câmara Técnica de Medicina Legal reitera veto à atividade do médico legista em delegacias
Membros da Câmara Técnica de Medicina Legal reuniram-se esta quinta-feira (27), na sede do Conselho Federal de Medicina, para tratar do descumprimento, por parte de alguns estados brasileiros, da determinação do Conselho Federal de Medicina, que veda ao médico legista exercer suas atividades em locais como delegacias de polícia, quartéis e presídios. A determinação é estabelecida pela Resolução CFM nº 1635/2002 e pelo Parecer CFM nº 23/2005.

A resolução 1635 estabelece, em seu artigo segundo, que “é vedado ao médico realizar exames médico-periciais de corpo de delito em seres humanos contidos através de algemas ou qualquer outro meio, exceto quando o periciando oferecer risco à integridade física do médico perito”. O parecer, por sua vez, veda a atividade do médico legista em locais como delegacias de Polícia, presídios, etc.

Foi discutido ainda o questionamento a respeito do concurso para perito médico-legista da Polícia Civil do Distrito Federal. Segundo o presidente da presidente da Associação Brasileira de Medicina Legal (ABML), Luis Carlos Cavalcante Galvão, a ABML reconhece irregularidades, mas como entidade não pode interferir. Os candidatos estão sendo orientados a acionar a Justiça.

A respeito do descumprimento da resolução, Galvão diz que os Conselhos Regionais estão sendo contatados para apurar os casos.

A reunião foi coordenada pelo presidente da Associação Brasileira de Medicina Legal (ABML), Luis Carlos Cavalcante Galvão. Estiveram presentes o vice-presidente da ABML, Gerson Odilon de Pereira; o presidente do Conselho Técnico-Científico da ABML, Railton Bezerra de Meloior; o 2º corregedor do Conselho Regional de Medicina do Ceará, José Albertino Souza; o conselheiro do CRM-PR, Carlos Ehlke Braga Filho; e o representante do Conselho Regional de Medicina Rondônia, Manuel Lopes Lamego.

FENAM VAI À COMISSÃO DE ASSUNTOS POLÍTICOS CFM-ABP DEFENDER CARGA HORÁRIA ESPECIAL PARA OS MÉDICOS.

REMUNERAÇÃO E TRABALHO MÉDICO:::::::::::::::::

em:27/3/2008 Seção:CFM

Comissão de Assuntos Políticos defende manutenção da atual carga horária do médico fixada em lei        


A Comissão de Assuntos Políticos CFM / AMB se reuniu nesta quarta-feira (26) e recebeu a visita do secretário de Relações Intersindicais da FENAM, José Roberto Cardoso Murisset e do médico do Tribunal de Contas da União, Ricardo Fava.
     
     O representante da Federação veio pedir o apoio da Comissão para acompanhar a tramitação do Projeto de Lei 2.509/07. A proposta trata da carga horária de trabalho do médico e tramita na Câmara dos Deputados.
     
     Em relação ao projeto, a Comissão defende que seja “mantida a carga horária atual, já prevista em lei, de 20 e 40 horas por semana, de acordo com a opção do profissional”, afirma o coordenador da CAP, Wirlande Santos da Luz. Para discutir a proposta, os membros da Comissão decidiram marcar uma audiência com o relator do projeto na Câmara, deputado Tarcísio João Zimermmann (PT-RS).
     
     Nesta quarta, a Comissão também fez uma reavaliação da agenda parlamentar e teve audiências, na Câmara dos Deputados. A primeira foi com a deputada Rita Camata (PMDB-ES), para tratar da consolidação das leis da saúde. A Comissão se comprometeu a entregar à deputada sugestões ao Projeto, em elaboração pela Assessoria Jurídica CFM/AMB, até 15 de abril.
     
     Na agenda de audiências na Câmara, a Comissão também se reuniu com o presidente da Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara, deputado Jofran Frejat (PR-DF), para oferecer apoio técnico-científico na análise de projetos da área de saúde que tramitam na Comissão.
     
     Para encerrar a agenda de audiências, os membros da Comissão de Assuntos Políticos se reuniram ainda com o presidente da Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público, deputado Pedro Fernandes (PTB-MA), para quem os membros da Comissão CFM/AMB pediram agilidade na tramitação do PL 7703/07, que regulamenta o exercício da medicina.
     
     Redação: Ana Isabel de Aquino

Estabilidade de dirigente sindical não depende de registro da instituição

Última Instância - Estabilidade de dirigente sindical não depende de registro da instituição

Estabilidade de dirigente sindical não depende de registro da instituição


 O TST (Tribunal Superior do Trabalho) vem negando recursos de empresas em processos que envolvem a estabilidade de dirigentes sindicais eleitos para instituições ainda não registradas no Ministério do Trabalho e Emprego.

O caso mais recente foi julgado pela 3ª Turma do tribunal, que manteve a reintegração de um empregado da Sociedade Cooperativa de Serviços Médicos de Curitiba e Região Metropolitana – Unimed Curitiba, eleito para o cargo de secretário-geral do Secoomed-PR (Sindicato dos Empregados em Cooperativas de Serviços Médicos do Estado do Paraná).

O funcionário, segundo informa o TST, entrou na empresa em 1994. Mais tarde, quando exercia a função de assistente de processos e projetos, foi eleito secretário-geral do Secoomed, criado em fevereiro de 2005. O sindicalista informou que também era presidente da Afuc (Associação dos Funcionários da Unimed Curitiba).

A ação teve início em maio de 2006, quando o empregado foi demitido sem justa causa e ajuizou reclamação trabalhista contra a Unimed, na 19ª Vara do Trabalho de Curitiba, com pedido de liminar. Ele pretendia, entre outros pedidos, a reintegração no emprego. A decisão de primeiro grau lhe foi favorável.

A empresa então recorreu ao TRT (Tribunal Regional do Trabalho) da 9ª Região (Paraná), que manteve a decisão que determinou a reintegração do empregado à empresa. De acordo com o acórdão do Regional, o processo de registro do Secoomed já havia sido iniciado, tramitava no Ministério do Trabalho, tinha ata de assembléia de criação do sindicato e da eleição do reclamante.

O estatuto da entidade já estava registrado em cartório e no CNPJ, além de o empregador ter sido comunicado da existência da entidade. Entendeu assim desnecessário o registro no órgão competente para assegurar ao empregado a garantia no emprego.

Inconformada com o julgamento, a empresa interpôs recurso de revista no TST, sustentando que a falta de registro do sindicato no Ministério do Trabalho e Emprego era motivo suficiente para confirmar a ausência de estabilidade do empregado.

A relatora, ministra Rosa Maria Weber, rejeitou o recurso e manteve a decisão Regional. Para a magistrada, “em face do papel essencial desempenhado pelos sindicatos na busca por melhores condições de trabalho para os integrantes da categoria, a Constituição de 1988 elevou a nível constitucional a garantia de emprego dos dirigentes sindicais, hoje consagrada no inciso VIII do artigo 8º, de modo a lhes proporcionar maior liberdade de atuação”.

Rosa Weber afirmou que “a estabilidade de que gozam os dirigentes sindicais, antes de proteger individualmente o dirigente sindical, visa a resguardar os interesses da própria categoria, na medida em que praticamente inviabiliza a ingerência do empregador nas atividades do sindicato”.

Jurisprudência
A relatora informou que a questão da estabilidade sindical vinculada ao registro no Ministério do Trabalho já foi enfrentada pelo STF (Supremo Tribunal Federal), “no sentido de que o registro apenas coroa o processo de instauração de um sindicato, mas a garantia de seus dirigentes já existe, pelo menos, desde o pedido do registro naquele órgão”.

Em várias oportunidades, o TST já se pronunciou na mesma linha do STF, acrescentou a ministra, e concluiu afirmando que, “iniciado o processo de constituição do sindicato, irrepreensível a decisão que reconhece a estabilidade do respectivo secretário-geral”.

Quinta-feira, 27 de março de 2008

quarta-feira, 26 de março de 2008

INICIADA A CAMPANHA SALARIAL 2008 DOS MÉDICOS DA PREFEITURA DE JUIZ DE FORA.

O Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora convoca os profissionais funcionários da Prefeitura de Juiz de Fora, servidores estaduais municipalizados e prestadores autônomos de serviços ao SUS para uma Assembléia Geral Extraordinária que vai se realizar na terça-feira próxima, dia 01 de abril de 2008, às vinte horas, na Sociedade de Medicina e Cirurgia de Juiz de Fora.


Os médicos funcionários da Prefeitura de Juiz de Fora sofrem uma discriminação salarial inaceitável. O salário é 25 % (vinte e cinco por cento) menor que os demais profissionais de nível superior. Na prática isso significa que a Prefeitura não reconhece a carga horária especial dos médicos nos termos definidos pela Lei 3999/1961. O Sindicato, com base em ação com motivo semelhante que foi julgada pelo STF, movida por médicos do Estado do Maranhão e ganha, entrou na Justiça. Nada impede que a Prefeitura faça um acordo com os profissionais antes que seja dada a sentença judicial.


O resultado disso é que o salário dos médicos de Juiz de Fora está defasado e é ruim. Já fica difícil contratar profissionais com alguma experiência para plantões. O salário base da Prefeitura não chega nem a três mínimos. Em São Paulo deram um aumento de setenta e dois por cento. No Amazonas, recente acordo elevou o salário para quatro mil reais. Em Brasília é maior do que isso. Cidades do interior de São Paulo, como Guarulhos, oferecem a médicos piso salarial de 6.700 reais e Maringá, no Paraná, 4.750. Em Juiz de Fora não chega a 1.200. Os profissionais acham-se desmotivados, há demissões e muita gente pensando em pedir demissão, principalmente entre os que têm pouco tempo de casa. Isso reflete de forma negativa no atendimento prestado aos usuários do SUS.


Há ainda condições de trabalho precárias e casos de assédio moral recorrentes nas relações de trabalho da Secretaria de Saúde com os profissionais. Alguns casos denunciados publicamente pelo Sindicato. Outros estão sendo monitorados e avaliados, inclusive do ângulo jurídico.


Quanto ao SUS, há a ameaça contra o pagamento dos serviços prestados pelo código 7, conforme vem ocorrendo até agora. A posição do Sindicato, refletindo a da maioria dos colegas, é a manutenção do código 7. Alguns médicos abriram uma cooperativa e querem cooptar os médicos prestadores de serviços autônomos do SUS para aderir a ela. Dizem inclusive que já está tudo acertado com a Secretaria de Saúde. O Sindicato inclusive defende, na Justiça a manutenção do código 7. Argumenta que muitos poderão se demitir caso tenham que passar parte de seus ganhos para sustentar uma cooperativa e isso causaria dano aos serviços prestados aos usuários do SUS. Essa tese tem que ser fortalecida pela mobilização dos profissionais. É mais uma ameaça contra o trabalho médico no SUS de Juiz de Fora.


A presença de todos é fundamental para os rumos do nosso movimento. Inclusive para a organização de paralisações e outras formas de protesto que poderão ser necessárias ao nosso justo movimento reivindicatório.


Todos à Sociedade de Medicina e Cirurgia de Juiz de Fora. Rua Bráz Bernardino, 59 - CENTRO.

Cremerj aponta superlotação e precariedade em hospitais do Rio

O CREMERJ, cumprindo seu legítimo dever, aponta, mais uma vez, as condições precárias e a superlotação dos hospitais do Rio. O resultado do sucateamento de unidades de saúde é o número elevado de mortes em mais essa epidemia de dengue. A Secretaria de Saúde do município resiste em dizer que a epidemia. O Prefeito César Maia desconhece. O Governo estadual admite a epidemia. O Governo Federal montou um gabinete de crise. Mas o acúmulo dos problemas e o estado atual dos negócios da saúde pública no Rio de Janeiro facilitaram, e muito, o mosquito da dengue e sua ação.



Cremerj aponta superlotação e precariedade em hospitais do Rio - BOL Notícias


26/03/2008 - 19h00


Cremerj aponta superlotação e precariedade em hospitais do Rio

UOL Links PatrocinadosCompre Seu Celular desbloqueado pelo menor preço do mercado e em até 12x sem juros! www.AquiCelular.com.br 11 Milhões na Mega-Sena! Já fizemos a quina este mês. Incrível! Não perca, aposte já! www.LoteriaBrasil.com.br Quatro de cinco dos principais hospitais públicos do Rio sofrem com superlotação, de acordo com levantamento feito pelo Cremerj (Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro) e apresentado nesta quarta-feira. O estudo traz resultados de vistorias feitas nas duas últimas semanas por médicos do conselho nos hospitais municipais Lourenço Jorge (Barra, zona oeste) e Souza Aguiar (centro) e estaduais Getúlio Vargas (Penha, zona norte), Pedro 2º (Santa Cruz, zona oeste) e Rocha Faria (Campo Grande, zona oeste).

No levantamento, os médicos afirmam que há superlotação nos hospitais Getúlio Vargas, Lourenço Jorge, Pedro 2º e Souza Aguiar. Dizem ter encontrado filas de até cinco horas no Lourenço Jorge e falta de pediatras no Rocha Faria. Cerca de mil pacientes com suspeita de dengue chegavam por dia nos hospitais Getúlio Vargas e Souza Aguiar, segundo o documento.

Os integrantes do Cremerj registraram também condições precárias de trabalho nas unidades. "Os médicos estão sem água para beber. Os pacientes têm que sair das unidades se quiserem comer alguma coisa", disse a presidente da Cremerj, Márcia Rosa de Araujo, durante encontro do conselho para discutir a epidemia de dengue com médicos do Rio.

O Cremerj também apresentou, na ocasião, uma lista de reivindicações da classe no Rio, entregue aos governos municipais, estaduais e federal. Nela, o conselho pede contratação imediata --e não só temporária, como a convocação de 661 profissionais anunciada esta semana pelo Ministério da Saúde-- de mais médicos para a rede pública e reforço na segurança de médicos e equipes dos plantões de hospitais e postos de saúde em áreas de risco.

"Sem mais médicos não haverá controle da dengue", declarou a presidente do conselho, que fez críticas à baixa abrangência do programa de saúde de família no Rio. Procurada desde a tarde de terça-feira (25) pela Folha Online, a Secretaria Municipal de Saúde ainda não deu esclarecimentos sobre o programa.

Ex-secretário municipal de Saúde de Niterói (município da região metropolitana a cerca de 15 km do Rio e que não apresenta quadro de epidemia) o deputado federal Chico D"Angelo (PT), afirmou que o município do Rio fez "uma aposta equivocada" na gestão de saúde, em referência ao saúde de família e à suposta falta de atendimento primário no Rio.

"Em Niterói tem dengue, mas as pessoas são atendidas em policlínicas, postos de saúde, unidades intermediárias. O município do Rio fez uma aposta equivocada", declarou D"Angelo, que foi secretário de Saúde de Niterói entre 2002 e 2006.

De acordo com o último balanço da Secretaria Municipal de Saúde de Niterói, o município tem 902 casos notificados e 43 confirmados de dengue este ano. Nenhuma morte pela doença foi registrada.

As secretarias de Saúde do município e do Estado do Rio ainda não se manifestaram sobre o levantamento do Cremerj.

ACORDO PT AÉCIO EM BH LEVANTA SUSPEITAS.

Uma aliança, já condenada por importantes setores do movimento sindical e do PT, entre o governo terceirizador de Aécio Neves e o Prefeito de BH, desperta suspeitas como a que está no link abaixo, divulgada pelo NOVOJORNAL, órgão da imprensa mineira que ainda mantém independência frente ao tucanato de Aécio Cunha.


..::NOVOJORNAL.com.br:.. Seu Portal de Notícias

24/03/2008, 16:03 - PT e PSDB manterão Caixa 2 de Ciro em BH Ciro Gomes entra na luta pela aliança PT/PSDB, na capital mineira, para viabilizar a candidatura de Márcio Lacerda Divulgação

Caixa 2 continua ... Após encontro com o prefeito da capital de Minas Gerais, o deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE) informou que estivera com o ministro Hélio Costa e, ao pedir para que o mesmo não se opusesse a aliança do PT com o PSDB em Belo Horizonte, recebera como resposta que ele estava "incomodado", pois sofria pressão dos quadros do partido, completando: "mas o que eu senti, não foi o que ele me disse. O que eu senti é uma vontade legítima, em minha opinião, de também participar desse momento histórico", afirmou o ex-ministro da Integração Nacional.

Perguntado se tinham sido estas as palavras do ministro Hélio Costa, visto que Ciro é conhecido nacionalmente pela postura de colocar palavras na boca dos outros, desconversou, deixando igualmente de esclarecer a que momento histórico se referia.

Junto com o vice-presidente da República, José Alencar, do PRB, Costa procura se unir ao DEM e uma ala do PT mineiro, ligada ao ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias, em oposição à aliança costurada pelo governador mineiro e pelo prefeito de Belo Horizonte.

A assessoria da Prefeitura de Belo Horizonte procura através de notas, desqualificar a iniciativa do ministro das Comunicações, alegando que ele trabalha para ser candidato ao governo do Estado em 2010 e tenta minar a articulação e os planos de Pimentel, que também se move de olho no Palácio da Liberdade. 

 É que o sucesso da eventual aliança, para o prefeito, pode representar o cobiçado apoio do governador tucano na disputa estadual.

Ciro informou ainda que disse a  Hélio Costa que é um entusiasta do acordo proposto na capital mineira. O candidato escolhido para o eventual palanque único é o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Márcio Lacerda. 

Filiado ao PSB, Lacerda foi o coordenador geral da campanha presidencial de Ciro em 2002 e ocupou o cargo de secretário-executivo do Ministério da Integração Nacional, de 2003 a julho de 2005, de onde foi afastado por participação no “valerioduto”.

Tentando dar uma aparência de interesse público, para afastar a crescente versão de que tudo não passa de uma grande negociata, afirmou: "O que Minas está dizendo ao Brasil? Que o interesse público está acima dessas mundanices paroquiais, dessas disputas de grupos e de pessoas, que tanto mal têm feito ao país".

Fontes do próprio PT afirmam que, ao contrário do declarado pelo deputado defensor da transposição do Rio São Francisco, não existe qualquer espírito público em jogo, sua entrada em cena demonstra apenas que recebeu ordens dos donos da empresa cearense La Fonte, pertencente a família  do senador Tasso Jereissati, ex-presidente do PSDB, seu padrinho político e sócio da construtora Andrade Gutierrez, na Telemar.

Esta afirmativa ganha corpo diante do fato que a aliança terá como candidato o maior empreiteiro da Telemar, Márcio Lacerda, sabidamente representante dos interesses de Walfrido dos Mares Guia.

A construtora Andrade Gutierrez, principal patrocinadora deste “acordo”, pretenderia  que após eleito prefeito, Márcio Lacerda entregasse a participação acionária que a Prefeitura de Belo Horizonte tem na Copasa, em pagamento de uma contestada dívida que a empreiteira alega ter a receber do município na escandalosa construção do Arrudas, dos viadutos e túneis da Lagoinha, valor hoje calculado em mais de R$ 500 milhões.

Os autênticos do PT mineiro, capitaneados pelo ministro Patrus Ananias, opõem-se a aliança para evitar que o partido, hoje com uma boa imagem na capital de Minas, seja arrastado para o campo das “negociatas”, o que já ocorre em nível federal.

Esta “aliança” entre o PT e PSDB já foi noticiada pelo Novojornal há mais de um ano, motivando o ajuizamento pela Fir Capital de uma Ação de Indenização. Diante dos documentos que seriam apresentados, a empresa desistiu da Ação proposta.

As mesmas fontes informam que o presidente Lula tem sido pressionado a aceitar a aliança por Paulo Okamoto, presidente do Sebrae, investidor do Fundotec  e “amigo” de Mares Guia. Pelo visto, Belo Horizonte será a vedete desta eleição municipal.

Notícia da Folha de São Paulo sobre participação de Márcio Lacerda no "valerioduto".

Matéria publicada pelo Novojornal no dia 26 de setembro de 2007.

Rio deixou de investir repasse da Saúde contra dengue, diz TCM

Eles não levam a sério a saúde das pessoas. Falta de investimento em saúde, iniciada na época da hegemonia do neoliberalismo, têm reflexos negativos na qualidade de vida do brasileiro. Principalmente em situações de epidemia.


Estadao.com.br :: Vida & :: Rio deixou de investir repasse da Saúde contra dengue, diz TCM



26 de Março de 2008 | Atualizado às 19:16h



Rio deixou de investir repasse da Saúde contra dengue, diz TCM


Relatório aponta que R$ 5,5 milhões repassados pelo Ministério da Saúde deixaram de ser aplicados


Clarissa Thomé - O Estado de S. Paulo


RIO - Relatório do Tribunal de Contas do Município informa que a prefeitura do Rio deixou de gastar cerca de R$ 5,5 milhões repassados pelo governo federal no exercício de 2006 no combate a vetores (como a dengue). Esse valor corresponde a 23% dos recursos transferidos pelo Ministério da Saúde por meio da rubrica Teto Financeiro de Vigilância em Saúde.


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Ainda de acordo com o TCM, mesmo os recursos utilizados não foram aplicados adequadamente. Houve gastos com aluguel de ambulância e convênio com a Companhia de Limpeza Urbana do Município (Comlurb) para limpeza de hospitais, o que é vedado pela Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde. O relatório foi votado em janeiro pelo TCM e em 13 de março a prefeitura encaminhou resposta ao tribunal. O texto ainda está em análise pelos conselheiros.



O relatório mostrou que o governo federal repassou para o Rio R$ 18,1 milhões em 2006, mas o valor liquidado (pagamento autorizado) pela prefeitura foi de R$ 12,7 milhões. O valor empenhado (reservado para pagamento) era um pouco superior: R$ 13,8 milhões. A prefeitura não informa os gastos específicos no combate à dengue, contrariando a recomendação do TCM.



Esse não é o primeiro relatório sobre a dengue do TCM. Em 26 de março de 2002, outro relatório apontava irregularidades como falta de carros, suspeita de larvicida ineficaz, número insuficiente de agentes de saúde. "A situação não mudou quase nada. A grande questão é a falta de ação continuada para o combate à dengue", comentou Lúcia Knoplech, inspetora-chefe da 4.ª Inspetoria Geral do TCM, que coordenou o último relatório.



Dados obtidos no Fincon, sistema de contabilidade da prefeitura, mostram que também houve redução de R$ 2,7 milhões nos investimentos em combate a vetores em 2007, comparando-se com o ano anterior. "O que se pode concluir é que não é por falta de verba que a situação está tão grave, porque sobra dinheiro no fim do ano", afirmou a vereadora Andrea Gouvea Vieira (PSDB), integrante da comissão de Finanças da Câmara dos Vereadores.



Por e-mail, o prefeito Cesar Maia (DEM) informou que os gastos da verba para o controle de vetores com limpeza de hospital e aluguel de ambulância será alvo de auditoria da Controladoria Geral do Município "com fins de regularização". O prefeito disse ainda que não seguirá a recomendação do TCM de especificar os investimentos em combate à dengue. "A rubrica dengue só recebe parte dos recursos. Exemplo: alguém chega num hospital com dengue e é tratado. (O valor gasto com o tratamento) não está na rubrica dengue."



O prefeito não explicou a redução dos gastos. "(A prefeitura) liquidou R$ 12 milhões. Mas empenhou quanto? Quanto trouxe carregando de 2006 e aplicou em 2007?". O prefeito não respondeu às próprias questões.



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