quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

SINDICALISMO CIDADÃO: FUNCIONALISMO PÚBLICO MOBILIZA-SE CONTRA CORRUPÇÃO

SERVIDORES PÚBLICOS LEVANTAM-SE EM PROTESTO CONTRA ADMINISTRAÇÃO CORRUPTA.


Depois de manifestações a favor de prefeita corrupta indiciada pela Polícia Federal, os servidores público resolvem colocar os pingos nos is. Concentram-se na porta de delegacia policial e saem em protesto contra administração municipal.


http://oglobo.globo.com/rio/mat/2008/01/31/servidores_de_mage_prometem_realizar_protesto_contra_prefeita_nubia_cozzolino_nesta_sexta-367947844.asp





Servidores de Magé prometem realizar protesto contra a prefeita Núbia Cozzolino nesta sexta


Plantão | Publicada em 31/01/2008 às 17h32m

Marcelo Gomes - Extra

RIO - Após a realização, na terça e quarta-feira, de duas manifestações pró-Núbia Cozzolino, pessoas contrárias à prefeita de Magé prometem realizar um protesto nesta sexta-feira, às 10h, no centro da cidade. A concentração será em frente a 65ª DP (Magé) e os participantes - na maioria funcionários públicos municipais concursados - caminharão até a sede da prefeitura.


Os organizadores do ato já compraram 3 mil narizes de palhaço para serem distribuídos no protesto. Alguns dos participantes das duas manifestações a favor de Núbia - a maioria de servidores nomeados para cargos comissionados - revelaram que teriam sido obrigados pela prefeita a comparecerem ao ato.


Por volta das 11h de hoje, dois grupos de pessoas pró e contra Núbia chegaram às vias de fato em frente aos Correios do Centro de Magé, nas proximidades da sede da prefeitura. Policiais do 34º BPM (Magé) foram mobilizados para conter o tumulto.


O clima é tenso em Magé desde a quinta-feira de semana passada, quando foi deflagrada a Operação Uniforme Fantasma, que levou à prisão 20 acusados de participarem de um esquema que teria desviado R$ 100 milhões dos cofres de seis municípios, entre eles Magé.


Oito pessoas que também tiveram mandado de prisão temporária expedido pela Justiça permanecem foragidos há uma semana. Entre os foragidos, estão dois irmãos de Núbia: Núcia Cozzolino, secretária de Fazenda de Magé, e Charles Cozzolino, ex-prefeito da cidade.

SUS DEIXA ÓRFÃOS DE ASSISTÊNCIA PESSOAS COM PADECIMENTOS MENTAIS

A DEVASTAÇÃO PROVOCADA POR PROBLEMAS COMO DEPENDÊNCIA QUÍMICA, DEPRESSÃO, SUICÍDIOS, ATOS DELITUOSOS COMETIDOS POR PORTADORES DE TRANSTORNOS MENTAIS QUE NÃO RECEBEM ASSISTÊNCIA ADEQUADA, AUMENTO DA POPULAÇÃO DE RUA E DA MORTALIDADE ENTRE PORTADORES DE TRANSTORNOS MENTAIS SÃO COISAS QUE NÃO PODEMOS CHAMAR DE RESULTADOS SATISFATÓRIOS.


APESAR DESSE DRAMA DESENROLAR-SE SILENCIOSAMENTE, LONGE DOS HOLOFOTES MIDIÁTICOS, E MISTURAR-SE A UMA SITUAÇÃO DIFÍCIL DA SAÚDE PÚBLICA NO BRASIL, ELE DESPERTA COMPAIXÃO E REAÇÕES EM DIVERSOS NÍVEIS.


O SINDICATO DOS MÉDICOS DO RIO GRANDE DO SUL, CORAJOSAMENTE, ASSUMIU UMA POSTURA FIRME DE COBRAR DAS AUTORIDADES FEDERAIS, ESTADUAIS E MUNICIPAIS ENCARREGADAS DE LIDAR COM ESSE PROBLEMA UMA POSTURA CONSTRUTIVA E RESOLUTIVA.


LEIA MAIS DO LINK DO BRAVO SINDICATO GAÚCHO:


http://www.simers.org.br/relatedif.php


Sindicato recebe relatos de dificuldades na saúde mental pelo SUS
Porto Alegre, 16 de janeiro de 2008.


O Sindicato Médico do RS (SIMERS) alerta que a crise na assistência em saúde mental pelo SUS no Estado se agrava a cada dia e exige atitude de gestores públicos e da Assembléia Legislativa. A situação é reforçada pelos casos recentes de uma avó que acorrentou o neto adolescente dependente químico, em Pelotas, por não conseguir interná-lo. Em Viamão, uma família não sabe o que fazer diante da piora de um jovem que tem transtornos mentais e não consegue atendimento especializado em Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e em em hospitais locais.

Para dimensionar a demanda por internação, medicamentos e assistência básica em saúde mental – que costuma ser noticiada pela Imprensa, o SIMERS decidiu deflagrar um levantamento dos casos. Spots que começaram a ser veiculados nesta quarta, dia 16, em emissoras de rádio da Capital, incentivam pacientes e familiares a enviarem para o e-mail loucura@simers.org.br relatos sobre dificuldades de atendimento.

A iniciativa integra a campanha Loucura é a falta de leitos psiquiátricos, lançada em agosto de 2007, que denuncia o agravamento da carência na estrutura de tratamento de pacientes com transtornos e dependência química. Conforme o presidente do Sindicato Médico, Paulo de Argollo Mendes, o abandono de pacientes é o efeito mais perverso da reforma do setor, que impôs o fechamento de vagas em hospitais psiquiátricos.

O Estado tem uma das piores relações leitos por mil habitantes do país para internação psiquiátrica, ficando no mesmo nível dos Estados do Norte. "Para acabar com os hospitais especializados, jogaram os doentes mentais nas ruas", denuncia Argollo. "Podemos ter um hospital de cardiologia. Por que portadores de doença mental não têm direito a receber tratamento em instituições psiquiátricas?"

No RS, a redução de leitos do SUS foi de mais de 40% e em Porto Alegre, mais de 60%. Depois de denúncias e pedido de medidas pelo Sindicato, o Ministério Público da Capital ingressou com ação civil pública para que sejam abertos leitos no Hospital Psiquiátrico São Pedro.

Também foi solicitado reforço da estrutura de pronto atendimento 24 horas e de serviços nos postos de saúde. Hoje o único Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) 3, que funciona 24 horas e em todos os dias da semana, fica no Pronto Atendimento Cruzeiro do Sul (PACS). Em 2007, foram fechadas 80 vagas de dependência química do Hospital Espírita pelo SUS, agravando a situação.  

Confira o texto do Minuto SIMERS:
Minuto SIMERS. // Loucura é o agravamento da crise no atendimento em saúde mental. / Loucura são os sucessivos casos de jovens acorrentados. / Loucura é a falta de leitos psiquiátricos no Estado. Isso precisa mudar!
O Sindicato Médico convida pacientes e familiares a relatarem suas dificuldades na assistência e internação pelo e-mail loucura@simers.org.br. Participe!
Sindicato Médico do Rio Grande do Sul. A Verdade faz bem à Saúde

Minutos SIMERS da campanha Loucura:
> Ouça aqui

Fonte: Imprensa/SIMERS

LEI: SETOR PÚBLICO TERÁ CONVENÇÃO COLETIVA E ACABARÁ DEMISSÃO IMOTIVADA.

 

Convenções 151 e 158 serão entregues ao Congresso no dia 13, em ato político das centrais






A Convenção 151 da OIT garante, como política de Estado, a negociação coletiva no setor público. A 158, também em caráter oficial, acaba com o instrumento da demissão sem justa causa e restringe a rotatividade da mão-de-obra, hoje largamente utilizada.




Por: Isaías Dalle


http://www.cut.org.br/site/print.php?infoid=16018&sid=6



Foto:Guina


Os textos das Convenções 151 e 158 da OIT devem ser entregues oficialmente para ratificação ao Congresso Nacional no próximo dia 13 de fevereiro, em ato político com a presença das centrais sindicais e, como representantes do governo federal, dos ministros Luis Dulci, da Secretaria Especial da Presidência, e Carlos Lupi, do Trabalho.






Já foi solicitada audiência com o deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), presidente da Câmara, e com Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN), presidente do Senado. O anúncio da iniciativa ocorreu nesta quarta (30), após reunião da CUT e demais centrais com o ministro Dulci.






O ato político de entrega das convenções para ratificação deve ser realizado com o maior número possível de militantes e dirigentes sindicais cutistas, na opinião da vice-presidenta da CUT, Carmem Helena Foro. "Como conquista importante que é, a entrega das convenções precisa estar acompanhada de uma grande visibilidade social, sem timidez. Nosso desafio é marcar este momento com uma grande delegação da CUT e, com isso, divulgarmos uma vez mais a importância da 151 e da 158", afirma Carmem, que esteve presente à reunião com Dulci.










"Acredito que a reunião de hoje foi marcada pela resposta positiva a duas reivindicações históricas. O envio, pelo governo, após pressão do movimento sindical, da 151 e da 158 abre portas para um processo de mudanças bastante amplo", elogia Lúcia Reis, diretora executiva e coordenadora do Escritório de Brasília, também participante da reunião de hoje.






Carlos Henrique de Oliveira, diretor executivo e coordenador do Escritório de Brasília, destaca que a reunião também decidiu pela constituição de um grupo de trabalho para elaborar o formato que terá o processo de eleição de trabalhadores para os conselhos de administração das estatais. A garantia dessa eleição foi outra conquista da 4a Marcha da Classe Trabalhadora, realizada em 5 de dezembro, em Brasília, com mais de 40 mil manifestantes.






A expectativa dos dirigentes que participaram da audiência é que a mobilização do dia 13 tenha forte participação das entidades de Brasília e seu entorno. "Basta querer, que faremos um ato significativo, à altura da importância que têm as Convenções 151 e 158", acredita Jacy Afonso de Melo, secretário nacional de Finanças.






Outra possibilidade para o dia 13, segundo conversas informais, é de que o ato seja acompanhado também pelo lançamento oficial em Brasília do abaixo-assinado pela redução da jornada de trabalho sem redução de salários, como forma de potencializar a campanha, outra bandeira central da 4a Marcha. Isso, porém, não está decidido.






Em diversas regiões do Brasil, o abaixo-assinado será lançado no dia 11. Em São Paulo, por exemplo, já está definida a Praça Ramos de Azevedo, no centro velho, como local de lançamento público.






Na audiência desta quarta, Dulci também informou que há expectativa pela votação do PL que reconhece as centrais sindicais até o dia 20 de fevereiro, se até lá as sete MPs que trancam a pauta forem resolvidas.

SERÁ DISCUTIDO O COOPERATIVISMO MÉDICO.

FENAM:::Federação Nacional dos Médicos
FENAM vai discutir o assunto do cooperativismo no trabalho médico. Há a experiência das UNIMEDS, já consolidadas e aparentemente satisfatórias para a maioria dos profissionais que delas fazem parte, apesar de tantas divergências ao longo de sua história.


Por outro lado há cooperativas de trabalho médico que não passam de intermediadores de mão-de-obra, servindo para explorar o profissional e tirar-lhes direitos trabalhistas e previdenciários.


Certamente esse evento não será conclusivo sobre o assunto. Seria interessante que produzisse um divisor de águas ou separasse o joio do trigo. O que é correto e o que não é em termos de cooperativismo médico. Por certo a posição intermediária não é o incentivo desenfreado ao cooperativismo na área médica. Isso só beneficia uma minoria de virtuais donos de cooperativas e não a elevação da remuneração e qualidade de trabalho de nossa categoria profissional.


Veja a matéria que saiu no site da FENAM.


Fenam organiza fórum sobre cooperativismo médico





A Federação Nacional dos Médicos realiza, nos dias 21 e 22 de fevereiro, no Liberty Palace Hotel, em Belo Horizonte, o Fórum Fenam de Cooperativismo Médico. O objetivo do evento, definido durante reunião da diretoria executiva na última quinta-feira (24/01), é ampliar a discussão sobre as políticas e práticas do cooperativismo médico, além de mostrar a crescente projeção e expansão do setor em nível nacional.



O evento é preparatório para o Fórum Nacional sobre Cooperativismo Médico, que será realizado pelas entidades médicas nacionais no primeiro semestre deste ano.



O Fórum Fenam é promovido em parceria com a Federação Sudeste dos Médicos (Fesumed) e apoio do Sindicato dos Médicos de Minas Gerais (Sinmed/MG)




Fonte: Imprensa Fenam, com informações do diretor de Relações Trabalhistas, Waldir Cardoso - 28/01/2008

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

CARGO, CARREIRA E SALÁRIO - A LUTA É NO BRASIL INTEIRO.

 

MÉDICOS DO CEARÁ -




Mobilização e campanha em defesa de Cargo, Carreira e Salário para Médicos do Estado.


http://www.simec.med.br/s_noticias.asp?id=276



















Médicos do Estado:
Realizada primeira assembléia para discutir PCCS
30/01/2008













          Cerca de 30 médicos lotados em hospitais e entidades de saúde do governo do Estado participaram na noite dessa terça-feira (29) da primeira assembléia geral da categoria. Na pauta a elaboração de um Plano de Cargos, Carreiras e Salários só para os médicos. A assembléia foi promovida pelo Sindicato dos Médicos do Estado do Ceará, Conselho Regional de Medicina e Associação Médica Cearense e aconteceu no auditório do SIMEC.
 
          Durante a assembléia, o presidente do Sindicato, Tarcísio Dias, informou que a Federação Nacional dos Médicos está elaborando, através da Fundação Getúlio Vargas, um Plano de Cargos, Carreiras e Salários básico para servir de modelo para todos os estados. Esse PCCS reivindica um salário base para a categoria no valor de R$ 7.500,00.
 
          Antes da realização da assembléia, representantes das três entidades médicas tiveram uma audiência com a Secretária de Planejamento, Silvana Parente. Durante a audiência, a Secretaria deixou claro que as prioridades do governo Cid Gomes são educação e segurança, mas que estava aberta a negociação e que o governo não quer os médicos ganhando nem mais nem menos que os outros profissionais.
 
          Ainda durante a assembléia, o presidente do CREMEC, Ivan Moura Fé, ressaltou o movimento "vitorioso" dos médicos do município de Fortaleza, que pode ser considerado como uma preparação para o movimento do Estado. "A experiência vitoriosa deve pautar o movimento agora", disse Ivan Moura Fé, pedindo aos médicos muita sensatez e muito empenho para esse movimento.
 
          Foi discutida também a questão do concurso público do Estado. A maior crítica é quanto ao baixo salário do médico. Mesmo assim foi ressaltada a importância da realização do concurso, uma luta antiga das entidades médicas, ficando acertado o acesso dos médicos aprovados, com a perspectiva de ampliar a luta por melhores salários no futuro.
 
          A próxima assembléia dos médicos do Estado ficou marcada para o dia 19 de fevereiro de 2008, às 19 horas, no auditório do Cremec. Na ocasião, a dra. Aldaíza Ribeiro fará uma explanação do PCCS do Estado, que envolve todos os profissionais da área de saúde. A proposta tem como objetivo propor, a exemplo do município, um plano só para os médicos.
Assessoria de Imprensa do SIMEC





NINGUÉM ESTÁ A SALVO. ASSÉDIO MORAL no trabalho

TEMOS NOTÍCIAS DE ACONTECIMENTOS QUE PODEM SER CLASSIFICADOS COMO ASSÉDIO MORAL OCORRENDO NAS UNIDADES DO SUS. AFETAM TRABALHADORES DA SAÚDE EM GERAL E MÉDICOS. INFELIZMENTE ESSAS OCORRÊNCIAS NÃO PODEM SER CLASSIFICADAS COMO RARAS.


LEIA ABAIXO A ORIENTAÇÃO DE UMA ADVOGADA COM EXPERIÊNCIA NO ASSUNTO PARA SABER COMO AGIR, CASO VOCÊ SEJA VÍTIMA DISSO OU TENHA CONHECIMENTO DE ALGUM CASO.



:::::..... ASSÉDIO MORAL no trabalho - Entrevista 20/10/06

 


Advogada orienta como proceder em casos de assédio moral


Entrevista com a Dra. Adilza Nunes


20/10/06


O que é o assédio moral do ponto de vista do Direito do Trabalho?


Dra. Adilza Nunes - Para o Direito do Trabalho, o Assédio Moral é o comportamento tirânico do empregador ou superiores hierárquicos contra os seus subordinados. Para se ter idéia da gravidade do assunto, na França o Assédio Moral é considerado doença, e muitos trabalhadores jovens estão sendo aposentados por invalidez.




Qual foi o tipo de Assédio Moral sofrido pelo seu cliente?


AN - Foram 10 anos sem receber nenhum tipo de promoção, mesmo sendo a vítima extremamente capacitada. Meu cliente sofreu uma agressão na alma, não foi uma agressão física. Ele ficava isolado em um canto, sem tarefas para desenvolver, era alvo de críticas pejorativas em reuniões. O grande problema é que o assediado tinha informações técnicas superiores ao chefe e, este, temeroso em perder sua posição, buscou o caminho mais cruel para acabar com o trabalhador.


Houve testemunhas?


AN - Sim, mas esse é um grande problema porque as pessoas têm medo de ser a próxima vítima, de perder o emprego...


A vítima teve dificuldade para provar a agressão?


AN - Nesse caso não, mas é sempre difícil para o trabalhador provar efetivamente que sofreu o assédio. A minha orientação é: ir à delegacia, gravar (hoje a gravação já é tratada legitimamente), reunir documentos e testemunhas. E, principalmente, procurar um médico, porque geralmente a vítima sofre de depressão.


Qual foi o resultado do processo?


AN - O cliente ganhou a causa em 1ª e 2ª instâncias, mas ainda não acabou. Atualmente o processo tramita em segredo de Justiça.


Quais são as sentenças mais comuns?


AN - Indenização por danos morais na Justiça do Trabalho. Nas outras esferas há penas psicológicas, como a entrega de cestas básicas às instituições, prestação de serviços à comunidade etc. Existe o Artigo 483 na própria consolidação das leis trabalhistas que prevê pena para o assediador desde 1943. Já nessa época havia a previsão legal. A pena é punitiva, paga pela empresa.


Quais as conseqüências do assédio observadas em seu cliente? Ele teve problemas de saúde?


AN - O trabalhador decidiu se aposentar, pois não agüentou a pressão. Teve problemas como síndrome do pânico, baixa auto-estima, além de problemas sérios com a família, desde que começou a acreditar que era realmente incapaz. Precisou de ajuda médica com tratamento psicológico e psiquiátrico, que se estende até hoje, devido à dimensão do trauma. Acabou optando por sair do Rio de Janeiro, foi morar em outro estado.


Como a empresa se posicionou nesta situação?


AN - Negou tudo e alegou que se houvesse realmente o problema, seria combatido.


Você conhece algum projeto de lei referente ao Assédio Moral?


AN - Existem diversos projetos de leis: 5 estaduais, 8 federais e também municipais em tramitação. O Rio de Janeiro foi o primeiro estado a aprovar a lei contra o Assédio Moral.


Como deve agir o assediado que deseja denunciar a agressão?


AN - O assediado pode recorrer a um advogado, ir à delegacia ou procurar o seu sindicato de classe.


http://www.nesc.ufrj.br/assediomoral/noticias/entre061020.htm



domingo, 27 de janeiro de 2008

MG: Aécio Cunha dará três por cento aos médicos do Estado!

Governador de Minas Gerais quer ser presidente da república e busca cumplicidade com o prefeito de Belo Horizonte. Mas para os médicos do Estado ele age como um carrasco. Salários péssimos e aumento ridículo, que não recompõe nem as perdas salariais. O Site do Sindicato dos Médicos de BH denuncia esse absurdo.
Leia em
http://www.sinmedmg.org.br/w3/listaNoticiaCompleta.do.def?codigo=585

23/01/2008
Confirmado: Reajuste salarial de apenas 3% para médicos da Fhemig e Hemominas


O
Governo do Estado de Minas Gerais enviou à Assembléia Legislativa, no
dia 20 de dezembro, o Projeto de Lei 1973/2007 que, entre outras
providências, concede apenas 3% de reajuste para os médicos da Fundação
Hospitalar do Estado de Minas Gerais – Fhemig e da Fundação Centro de
Hematologia e Hemoterapia de Minas Gerais - Hemominas. Antes de ir à
votação, o PL deve ser apreciado pelas Comissões de Constituição e
Justiça, onde já se encontra desde o dia 28 de dezembro, Administração
Pública e Fiscalização Financeira.


De acordo com apuração feita pelo Sindicato dos Médicos de Minas
Gerais – Sinmed-MG, por se tratar de uma pauta de interesse do
Executivo o Projeto de Lei deverá ser votado em primeiro turno na
segunda semana de fevereiro, logo após o feriado de Carnaval. Caso isso
aconteça, as chances de retomada das negociações são praticamente
nulas.


O Sindicato dos Médicos de Minas Gerais - Sinmed-MG participou de
todas as reuniões da Mesa de Negociação Estadual do SUS e desde o
começo se posicionou contrário à proposta de 3% de reajuste, uma vez
que encaminhou em setembro a pauta de reivindicações ao Secretário de
Estado de Saúde e ao Governador. No documento, que os gestores se
recusaram a discutir e a analisar conjuntamente com o sindicato, os
médicos reivindicam o piso salarial de R$ 4.178,11 para a jornada de 24
horas semanais. Pelo Projeto de Lei 1973/2007, um médico da Fhemig com
residência, já incluído os 3% de recomposição, terá o salário inicial
de R$ 2.437,09, ou seja, uma remuneração muito aquém da almejada.



O Sinmed-MG convoca todos os médicos da SES, Fhemig e Hemominas para:


Assembléia Geral Extraordinária


Data: 30 de janeiro, quarta-feira
Horário: 19h
Local: Sede do Sinmed-MG – Rua Padre Rolim, 120 – Santa Efigênia
Pauta: - Discussão do Projeto de Lei que concede reajuste aos médicos do Estado;
- Campanha Salarial 2007.

Compareça e traga um colega. Sinmed-MG, mais forte com você.


Mobilização: único remédio para retomar as negociações


A mobilização é, sem dúvida, a mais importante atitude para garantir
as conquistas. Prova disso foram os avanços negociados entre o
Sindicato dos Médicos de Minas Gerais e a Prefeitura de Belo Horizonte
em 2007. A agregação dos médicos junto ao sindicato, aliada a uma
estratégia correta de condução das negociações, resultou, entre outras
conquistas, em reajustes de 34% a 55,1% até o final deste ano. Isso
quer dizer que um médico da PBH, com residência e em início de
carreira, receberia R$ 3.283,00 por 24 horas semanais, enquanto um
profissional da Fhemig em igual situação receberá, com a recomposição
de 3%, R$ 2.437,09.


Ainda há um longo caminho a percorrer até que todos os problemas da
saúde sejam resolvidos, mas é fato comprovado que a mobilização da
categoria é o mais importante e eficaz instrumento de persuasão perante
os gestores. Sua participação é fundamental para que as negociações da
campanha do Estado sejam retomadas.


Estudo PL 1973/2007: Tabelas salariais do Estado


Proposta de reajuste para cargos de nível superior



































Fhemig


Reajuste


- Médico



3%



- Analista de Gestão e Assistência à Saúde





3%



12 horas (Odontólogos)


20 horas


17,84%


30 horas


28,57%


40 horas


42,86%


- Profissional de Enfermagem


20 ou 30 horas



17,84%


Hemominas



- Analista de Hematologia e Hemoterapia


30 ou 40 horas



28,57%



























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segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

FAX SINDICAL Nº 35

FAX SINDICAL Nº.35.  

 Informação sindical  -   SINDMED - JF - Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e Zona da Mata- MG

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Data:20 de janeiro de 2007.

Assuntos:

1- ATENÇÃO COLEGAS: Cooperativas médicas que intermediam mão de obra são sonegadoras de direitos trabalhistas e previdenciários, entre outros. O Sindicato está preocupado com a situação, que ocorre pelo menos em um hospital de Juiz de Fora. A matéria abaixo nos informa sobre esse tipo de ilegalidade e suas distorções.

2- Trabalhar na área de saúde em Juiz de Fora, tem sido muito difícil para os médicos. Especialmente no setor de urgência e emergência.  Má-remuneração, discriminação salarial, contratação precária. E agora, o perigo de ser agredido no trabalho.  E as autoridades ainda dizem que o serviço é essencial e não pode nem fazer greve como outras categorias. Se é essencial, porque é tratado como uma escória do serviço público? Quem duvidar que confira os contracheques.

 

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ATENÇÃO DIRETORES DE COOPERATIVAS MÉDICAS: EXPLORAÇÃO DO TRABALHO MÉDICO É ALVO DE INVESTIGAÇÕES.

 

 

Cooperativas de Trabalho Médico: intermediação de mão de obra é objeto de investigação do Ministério Público do Trabalho. Cooperativas, nesse caso, são usada para tomar direitos e garantias aos médicos, tanto trabalhistas quanto previdenciárias e, até mesmo, administrativas e constitucionais, no caso em que essas cooperativas aplicam sua picaretagem no setor público. A situação se repete em várias regiões do país, tem sido objeto de denúncias de sindicatos médicos e de outras categorias e preocupa o Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e da Zona da Mata de Minas Gerais

 

MPT na Bahia ajuíza ação para inibir fraude em cooperativa de médicos

 

 

 A Justiça do Trabalho concedeu antecipação de tutela, reconhecendo a existência de fraude praticada pela Coperama (Cooperativa de Assistência Médica Ibotirama) na intermediação de mão-de-obra para diversos hospitais, inclusive da rede pública de saúde.

A cooperativa atua em todo o Estado da Bahia como fornecedora de mão-de-obra para terceiros, sob o rótulo de trabalho "cooperado", mas sem a autonomia que caracteriza o vínculo societário.

Em 2001, após denúncia do Sindicato dos Médicos, o Ministério Público do Trabalho abriu uma investigação, ouviu testemunhas e comprovou as fraudes. Diante da inércia da Coperama, que inviabilizou um ajustamento de conduta, o procurador Marcelo Brandão de Morais Cunha, responsável pelo processo, ajuizou ação civil pública.

Segundo o procurador, nas cooperativas de trabalho verdadeiras, os médicos trabalham em seus consultórios, sem subordinação ou sujeição a controle de horário, disciplinar, técnico ou hierárquico. O que não vinha ocorrendo no caso da Coperama, onde os médicos eram forçados a se filiarem para trabalhar nos hospitais que os contratam.

Os depoimentos colhidos no caso comprovaram que os médicos, aos serem contratados pelos tomadores da Coperama, tinham duas opções: filiarem-se à "cooperativa" ou constituírem uma empresa individual. "O objetivo era burlar a legislação trabalhista e evitar o reconhecimento do vínculo empregatício", sintetiza o procurador.

Sábado, 19 de janeiro de 2008

lINK DA MATÉRIA NA WEB:

http://ultimainstancia.uol.com.br/noticia/46592.shtml#

 

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SAÚDE, REELEIÇÃO E CONDIÇÕES DE TRABALHO NA PJF.

 

Não sabemos se S. Exa., o Prefeito Carlos Alberto Bejani, tem projetos para se reeleger ou vai levar sua vida de político para outros rumos. Mas, se a reeleição faz parte de seus planos, sua campanha terá um enorme entrave: a saúde em Juiz de Fora. E dentro do campo da saúde, os serviços hospitalares próprios, leia-se HPS.

 

É de se admirar a polêmica aberta sobre a construção de um hospital na Zona Norte, se a Prefeitura tem mostrado grandes dificuldades em manter o hospital que já tem. E ainda assim em prédio alugado. A proposta, considerando as condições atuais, não é ajuizada. O Ministério Público estadual, a Vigilância Sanitária e os usuários já apontaram muita deficiência naquele órgão municipal. De tal modo que é justo perguntar: se a Prefeitura não mantém adequadamente o hospital que já têm como quer fazer mais um?

 

Há ainda uma dificuldade de comunicação muito grande entre a Secretaria de Saúde, Saneamento e Desenvolvimento Ambiental e suas partes constitutivas, instituições e trabalhadores da saúde, bem como o Conselho Municipal de Saúde.

 

Seguramente a carreira política do Prefeito, se tiver planos de reeleição, poderá ser abalada pelos resultados que vem colhendo no trato com os negócios da saúde em Juiz de Fora.

SINDICATO EXPRESSO 113












SINDICATO
EXPRESSO Nº113


Comunicado
Sindical- Sindicato interativo– Médicos de Juiz de Fora –
SINDMED-JF.


Ano
III –
Número
113 – 23 de janeiro de 2008.


2008
janeiro- FÉRIAS PARA MUITOS.
AGRESSÕES CONTRA MÉDICOS CHAMAM ATENÇÃO DAS ENTIDADES QUE REPRESENTAM A CATEGORIA.





PARA
A NOSSA CATEGORIA PROFISSIONAL ABRE-SE UMA NOVA TEMPORADA DE LUTAS.
CARGO, CARREIRA, SALÁRIO E CONDIÇÕES DE
TRABALHO.





LUTA
MÉDICA: PROFISSIONAIS ENFRENTAM MISÉRIA SALARIAL E
RISCOS NO EXERCÍCIO DA PROFISSÃO. PRESTAR SERVIÇO
PÚBLICO NA ÁREA DE SAÚDE ESTÁ SE TORNANDO
UMA PROFISSÃO DE RISCO PELA QUAL SE RECEBE UMA REMUNERAÇÃO
PRECÁRIA.





RIO
DE JANEIRO: MÉDICOS INICIAM MOVIMENTO TENDO COMO BANDEIRA O
PISO SALARIAL NACIONAL PARA A CATEGORIA.


PERÍCIA:
EM 11 DIAS ÚTEIS DE 2008 JÁ FORAM DENUNCIADAS DEZ
AGRESSÕES CONTRA PERITOS DO INSS. É OBRIGAÇÃO
DO EMPREGADOR GARANTIR A SEGURANÇA NO LOCAL DE TRABALHO.





MÉDICOS
DO RIO FARÃO PARALISAÇÕES RELÂMPAGO NO
PRÓXIMO DIA 05 DE MARÇO





Dia
05 de março será um dia de luta para os médicos
do Rio de Janeiro. Vamos suspender por uma hora as nossas atividades
e aguardar as respostas das autoridades à nossa pauta de
reivindicações, que inclui piso salarial de R$ 6.963,52
para 20 horas de trabalho (valor aprovado no último
Enem/2007), carreira de Estado e implantação do PCCS,
entre outros itens.


http://www.sinmedrj.org.br/avisos/2008/20070118_greve.htm





Dez
agressões em 2008





Dez
agressões a médicos peritos do INSS em apenas 11 dias
úteis de 2008. Este é o saldo levantado até o
momento pela ANMP (Associação Nacional dos Médicos
Peritos) com base nos casos de agressões reportados pelos
peritos entre os dias dois e 16 de janeiro. Vários casos são
graves, como a ameaça de morte recebida por um perito em
Osasco, São Paulo, via telefone 135, de atendimento para
marcação de consultas do INSS. Em outro caso grave,
também em São Paulo, uma perita levou uma cadeirada no
peito de um segurado empregado que não concordou com a
negativa na concessão do benefício indevido.







Os
casos são os mais bizarros possíveis. Em Niterói,
Rio de Janeiro, uma perita foi ameaçada no dia dois de
janeiro na da APS BI PARAÍSO. A perita foi intimidada por uma
segurada que colocou um facão sua mesa antes mesmo do início
da perícia, que foi cancelada pela perita. A segurança
da APSBI conseguiu desarmar a segurada, que não teve seu
nome registrado.Para entrar na agência a segurada foi brecada
na porta detectora de metais. Ao se dirigir ao segurança, ela
informou ter apenas um porta níqueis e o mostra para o agente,
que então libera a sua entrada. Após este procedimento
considerado fácil, ela vai para a perícia e saca o
facão.







Em
relação à agressão do dia 16, em São
Paulo, a ANMP quer registrar o bom trabalho desenvolvido pela
gerência da perita agredida, da APS São Paulo Centro,
George Monarcha, gerente executivo de São Paulo Centro e
Rosana Alcazar, chefe da APS de Vila Prudente. Para a diretoria, o
atendimento dado não só a perita agredida ontem, mas a
todos peritos agredidos nesta gerência pelos dois servidores do
INSS acima citados deve servir de exemplo para os demais gerentes e
chefes de APS de todo o país.







A
direção da ANMP lembra que o atendimento ao perito
agredido está previsto no Memorando Circular 02/2006, nos seus
incisos VIII e IX. “VIII - acompanhar o servidor agredido à
Delegacia para registro da ocorrência ou exame de corpo delito;
IX - estabelecer contato com as Polícias Federal, Civil e
Militar para obter orientação e apoio no combate a
agressões, além de canal direto de acionamento rápido
e ronda policial militar”.







Além
das agressões de Niterói e Vila Prudente, também
foram registrados na ANMP casos de agressões contra peritos em
Osasco (SP), Ponta Grossa (PR), Gataguases (MG), Barra da Tijuca
(RJ/RJ), Campina Grande (PB), São Paulo Norte (SP), Paranavaí
(PR) e São Caetano do Sul.







Na
Agência da Barra da Tijuca o perito foi vítima de
agressão física por parte de segurado, ocorrida no dia
08/01/08, por volta das 15:00h. Segurado agressor, desempregado, após
ter seu PR negado cerca de 15 dias antes da agressão,
retornou APS (não estava agendado para nenhuma perícia),
aguardou pacientemente uma oportunidade, adentrou no consultório
consultório e sem dizer nenhuma palavra, de forma premeditada,
agrediu o perito a socos no rosto, levando a trauma de face, trauma
ocular, além de escoriações e trauma em cotovelo
esquerdo. O agressor foi detido pela Polícia Federal, e após
o registro da ocorrência, o perito fez exame de corpo de
delito.


http://www.perito.med.br/auto/destaque/212.html





A
LUTA MÉDICA CONTINUA PELO BRASIL:


SERGIPE
- GREVE PREVISTA PARA JANEIRO E RISCO DE DEMISSÃO EM MASSA.





No
país da dengue hemorrágica, da febre amarela, da
hanseníase e da tuberculose, o povo não pode ficar sem
cuidados. Está aí o SUS para cuidar. Mas não é
possível entender como persiste uma política hedionda
de recursos humanos que permite remunerar miseravelmente
profissionais com formação não raro superior a
nove anos de curso superior e especialização. Em alguns
casos a defasagem entre setor público e privado chega a ser
brutal. O estado brasileiro não procura profissionalizar os
médicos. O PSF, em muitos casos, foi construído à
custa de mão de obra precária e até mesmo
terceirizada, como se não fosse um serviço público
que lida com o bem mais precioso de cada pessoa, que é a vida.
Diante disso o movimento médico brasileiro, por suas entidades
de representação classista, leia-se FENAM e sindicatos
médicos, tem apresentado propostas de luta em todas as
frentes. Tememos que a sensibilidade das autoridades e dos políticos
ainda não tenha atentado para a importância de nossa
luta. Muita estrada ainda terá que ser percorrida até
atingirmos objetivos satisfatórios. As armas: persistência
e união. Só assim desenvolveremos um movimento
consistente de resistência contra esse massacre contra o médico
dentro do serviço público no Brasil.





Infonet
Notícias


http://www.infonet.com.br/noticias/ler.asp?id=69496&titulo=saude






Médicos
de Aracaju podem paralisar atividades em fevereiro





16/01/2008,
10:21





Os
médicos da rede municipal de Saúde podem paralisar as
atividades a partir do dia 6 de fevereiro. A decisão será
tomada em assembléia a ser realizada nesta quinta-feira, 17,
às 14h30, na sede do Sindicato dos Médicos do Estado de
Sergipe (Sindimed).










A
classe afirma que o prefeito Edvaldo Nogueira (PCdoB) não
teria respondido à contra-proposta apresentada pelo médicos
em novembro de 2007. A assembléia desta quinta deverá
aprovar uma monção de repúdio ao concurso de
Aracaju para a área médica. O sindicato diz que os
salários iniciais oferecidos para os médicos eram pagos
em 2006.










Demissão











os cardiologistas que trabalham no Centro de Especializadas Médicas
de Aracaju (Cemar), à rua Bahia, ameaçam pedir demissão
coletiva caso não recebam até o dia 31 de janeiro um
reajuste de 10%. Eles alegam que o valor, que deveria ser pago a
todos os médicos especialistas, não está sendo
repassado pela Secretaria Municipal de Saúde.





Médicos
ameaçam pedir demissão em massa


Data:
16/01/2008





Os
médicos cardiologistas do Centro de Especialidades Médicas
(CEMAR), localizado à rua Bahia, no bairro Siqueira Campos,
saíram na tarde de ontem em contato com o presidente do
Sindicato dos Médicos, confirmando a demissão em massa
caso até o dia 31 de janeiro não se tenha resolvido o
problema dos especialistas, o reajuste de 10%, conforme ficou
estabelecido em inúmeras assembléias realizadas no
segundo semestre de 2007.








O
grupo já havia ameaçado no mês de outubro deixar
os seus postos de função, mas devido a uma intervenção
do Sindicato dos Médicos junto à Secretaria Municipal
de Saúde, foi possível abrandar os nervos e conseguir
que os médicos permanecessem em suas funções. Em
dezembro ocorreu o mesmo com os emergencistas e mais uma vez o
sindicato esteve presente nas negociações, mas a ameaça
permaneceu com um prazo estipulado, que já está
chegando ao fim.


Por
outro lado, a dor de cabeça para o secretário municipal
de Saúde, Marcos Ramos, não será pequena caso as
outras pendências não sejam resolvidas entre os demais
médicos da rede municipal de saúde, os do Programa de
Saúde da Família (PSF), que até o dia de ontem
não tinham de concreto uma reunião marcada com o
secretário antes da próxima assembléia, que será
realizada amanhã, às 14:30, em primeira chamada e 15:00
para segunda chamada.


http://www.correiodesergipe.com/lernoticia.php?noticia=26111








RISCOS
DE EXERCER A MEDICINA NO BRASIL: AGORA INCÊNDIOS EM HOSPITAIS
COLOCAM EM PERIGO VIDA DOS QUE NELES TRABALHAM.





Depois
do Hospital das Clínicas da USP, é a vez de um hospital
da Baixada Fluminense.








Clipping
Saúde


Por:imprensa
em:17/1/2008


Jornal:Correio
Braziliense





BRASIL





Pânico
em hospital na Baixada







Um
princípio de incêndio no Hospital Jorge Júlio
Costa dos Santos, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense (RJ), causou
pânico e tumulto na madrugada de ontem. Ninguém ficou
ferido, mas todos os pacientes que estavam nas enfermarias tiveram
que ser retirados às pressas para o meio da rua nas próprias
macas. De acordo com os bombeiros, o fogo teria começado no
setor de exames de raios X. Um curto-circuito num aparelho de
ar-condicionado seria a principal causa.






Bombeiros do quartel de Nilópolis
foram chamados para apagar o princípio de incêndio. Mas
algumas mangueiras estavam furadas e não puderam ser
utilizadas no combate ao fogo. "Nós utilizamos o
extintor. Quanto às mangueiras, vou pedir para uma equipe de
vistoriantes ir ao local para identificar e notificar, se for o
caso", disse o comandante do Corpo de Bombeiros, tenente-coronel
Evandro Bezerra Costa.





No
momento em que o fogo começou, por volta de 2h35m, 45 pessoas
estavam na enfermaria do hospital, e mais de 10 aguardavam
atendimento no ambulatório. Agentes da Guarda Municipal e
paramédicos foram acionados para atuar na remoção
dos pacientes, que foram levados para a calçada do lado de
fora da unidade. Enfermeiros e familiares também auxiliaram no
trabalho de acomodar as pessoas pela rua.





Transferência





Seis
pacientes em estado mais grave precisaram ser transferidos para o
Hospital Albert Schweitzer, em Realengo, na Zona Oeste. Cerca de uma
hora depois, os demais puderam retornar para a unidade. No início
da manhã, os pacientes voltaram para as enfermarias. Segundo a
chefe de plantão, Adriana Machado, os 40 internos do hospital
não tiveram complicações, apesar do susto, da
fumaça e da correria no meio da madrugada. "Nas
enfermarias estão todos internados, fazendo tratamento
normalmente. Nada foi alterado", assegurou.





Segundo
a Secretaria de Saúde, o ar-condicionado da sala terá
que ser substituído. Uma perícia foi realizada no local
do incêndio, e o resultado deve ser divulgado na próxima
semana. O fogo atingiu somente a sala de raios X.O equipamento, no
entanto, não foi atingido. Mas os pacientes que precisarem
fazer exames hoje terão que ser levados para outros hospitais
da região. "O resto do hospital está funcionando
normalmente: clínica médica, pediatria, cirurgia,
odontologia. Esperamos resolver o problema na sala de raios X em três
dias, no máximo", afirmou o secretário municipal
de Saúde de Belford Roxo, Fábio Stasiaki.


O
diretor do hospital, Carlos Henrique Barbosa da Costa, foi lacônico
ao comentar a situação dos equipamentos de segurança.
"Agora vamos seguir os trâmites normais e acionar a
Procuradoria Geral do município para saber qual caminho a
seguir", limitou-se a dizer.




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PENSAR GRANDE: É NECESSÁRIA UMA NOVA ESTRUTURA TRIBUTÁRIA E REDUÇÃO DA JORNADA DE TRABALHO.

NOVA ESTRUTURA TRIBUTÁRIA E REDUÇÃO DE JORNADA DE TRABALHO SEM PERDA SALARIAL É A PROPOSTA UNIFICADA DAS CENTRAIS SINDICAIS.

Parece claro que o objetivo desse movimento é mais renda para o trabalhador e melhoria de sua qualidade de vida. Não existe prova em contrário sobre uma verdade irrefutável: toda riqueza humana é produzida pelo trabalho. O mundo do trabalho não pode ficar excluído de uma vida com qualidade. O movimento é justo e certamente terá apoio considerável. Como também sofrerá resistências. Dos carcomidos e parasitas tradicionais e de setores reacionários da vida pública que aceitam com naturalidade a exploração de mão de obra.
Leia abaixo matéria publicada no Portal Gestão Sindical sobre essa reivindicação conjunta e justa das centrais sindicais do Brasil:

Portal Gestão Sindical

Centrais divulgam manifesto por uma nova estrutura tributária e lançam abaixo-assinado pela redução da jornada sem redução de salários

Nesta segunda-feira, dia 21, as centrais sindicais CUT, Força Sindical, CGTB, UGT, CTB e Nova Central vão lançar duas campanhas nacionais: por uma estrutura tributária socialmente justa e um abaixo-assinado pela redução da jornada de trabalho sem redução de salários.

O ato de lançamento e a coletiva de imprensa com os presidentes das centrais terão início às 10h30. A sede nacional da CUT, onde serão realizados, fica na rua Caetano Pinto, 575, bairro do Brás, capital paulista.

A campanha pela redução da jornada de trabalho sem redução de salários, que foi uma das bandeiras da 4a Marcha da Classe Trabalhadora, em dezembro, vai ganhar as ruas através de postos de coleta de assinaturas a partir dos sindicatos e em locais públicos por todo o país. O abaixo-assinado, após reunir milhões de assinaturas, será entregue ao Congresso Nacional.

A campanha por uma nova estrutura tributária terá início com a divulgação de um manifesto assinado por todas as centrais, cujas propostas serão encaminhadas ao Congresso Nacional e ao Governo Federal.

"Vamos começar uma grande campanha pela redução da jornada de trabalho e redução da carga tributária que está num patamar insuportável, penalizando o setor produtivo, dificultando assim a geração de empregos", disse o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho.



"Estamos lutando por distribuição de renda e valorização dos trabalhadores e trabalhadoras. A redução da jornada e uma estrutura tributária progressiva, que favoreça os trabalhadores e o setor produtivo, são elementos dessa luta", afirma o presidente da CUT, Artur Henrique.


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sábado, 19 de janeiro de 2008

COOPERATIVAS MÉDICAS SÃO USADAS PARA EXPLORAÇÃO ILEGAL DO TRABALHO.

PROFISSIONAIS DEVEM FICAR ATENTO CONTRA APROVEITADORES, OPORTUNISTAS E EMPULHADORES.


COOPERATIVAS DE TRABALHO MÉDICO PODEM SER MECANISMOS DE EXPLORAÇÃO E ROUBO DE DIREITOS DO PROFISSIONAL.


EXPLORAÇÃO DO TRABALHO MÉDICO É ALVO DE INVESTIGAÇÕES.



Cooperativas de Trabalho Médico: intermediação de mão de obra é objeto de investigação do Ministério Público do Trabalho. Cooperativas, nesse caso, são usada para tomar direitos e garantias aos médicos, tanto trabalhistas quanto previdenciárias e, até mesmo, administrativas e constitucionais, no caso em que essas cooperativas aplicam sua picaretagem no setor público. A situação se repete em várias regiões do país, tem sido objeto de denúncias de sindicatos médicos e de outras categorias e preocupa o Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e da Zona da Mata de Minas Gerais



MPT na Bahia ajuíza ação para inibir fraude em cooperativa de médicos




A Justiça do Trabalho concedeu antecipação de tutela, reconhecendo a existência de fraude praticada pela Coperama (Cooperativa de Assistência Médica Ibotirama) na intermediação de mão-de-obra para diversos hospitais, inclusive da rede pública de saúde.

A cooperativa atua em todo o Estado da Bahia como fornecedora de mão-de-obra para terceiros, sob o rótulo de trabalho "cooperado", mas sem a autonomia que caracteriza o vínculo societário.

Em 2001, após denúncia do Sindicato dos Médicos, o Ministério Público do Trabalho abriu uma investigação, ouviu testemunhas e comprovou as fraudes. Diante da inércia da Coperama, que inviabilizou um ajustamento de conduta, o procurador Marcelo Brandão de Morais Cunha, responsável pelo processo, ajuizou ação civil pública.

Segundo o procurador, nas cooperativas de trabalho verdadeiras, os médicos trabalham em seus consultórios, sem subordinação ou sujeição a controle de horário, disciplinar, técnico ou hierárquico. O que não vinha ocorrendo no caso da Coperama, onde os médicos eram forçados a se filiarem para trabalhar nos hospitais que os contratam.

Os depoimentos colhidos no caso comprovaram que os médicos, aos serem contratados pelos tomadores da Coperama, tinham duas opções: filiarem-se à "cooperativa" ou constituírem uma empresa individual. "O objetivo era burlar a legislação trabalhista e evitar o reconhecimento do vínculo empregatício", sintetiza o procurador.

Sábado, 19 de janeiro de 2008



http://ultimainstancia.uol.com.br/noticia/46592.shtml#

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

CRISE DA SAÚDE: SEM RELAÇÕES DE TRABALHO SAUDÁVEIS COM OS CUIDADORES A SAÚDE PÚBLICA NUNCA AVANÇARÁ.

A notícia não é tão nova. A realidade continua. No país da dengue hemorrágica, da febre amarela, da hanseníase, da tuberculose e de loucos sujos e esfarrapados dormindo debaixo de viadutos sem assistência alguma, ela é um duro golpe em quem sonha com uma saúde pública profissionalizada, voltada a um atendimento de qualidade. As entidades de representação classista dos médicos, leia-se FENAM e Sindicatos médicos, têm uma obrigação moral irreversível de combater essa realidade infame. A desvalorização do profissional médico no serviço público. Ali onde são atendidos os brasileiros precisam mais de cuidados.

AMRIGS - Associação Médica do Rio Grande do Sul
AMRIGS - Associação Médica do Rio Grande do Sul
Notícias
Médicos do Brasil pedem socorro, diz pesquisa do CFM
Data: 28/08/2007

Salários baixos fazem com que profissionais acumulem até três empregos. Categoria, que entrou em greve em vários estados do Nordeste, articula novas paralisações para chamar atenção do governo

Salários baixos, plantões de 14 horas, três empregos para ganhar no fim do mês menos de R$ 2 mil. A realidade dos médicos brasileiros foi descortinada por um estudo realizado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) com 14 mil médicos de todos os estados. Com base nesse diagnóstico, feito em 2004, a Federação Nacional dos Médicos está articulando paralisações de profissionais da saúde no Piauí, Acre, Sergipe, Goiás e em outros seis estados em que o piso médio do profissional que atende pelo Sistema Único de Saúde (SUS) está abaixo de R$ 1,5 mil.

O que mais chama a atenção no estudo do CFM, intitulado O médico e seu trabalho, é que apenas 17% dos profissionais têm um único emprego. “Isso mostra que o salário pago ao profissional da saúde não dá para mantê-lo. Conheço médicos que têm cinco empregos e ainda assim ganham apenas R$ 3,5 mil”, diz o presidente da Federação Nacional dos Médicos, Eduardo Santana. Um levantamento da entidade revela que Sergipe é o estado que paga o salário mais baixo à categoria. Segundo o sindicato estadual, o salário médio é de R$ 750.

O médico José Gonçalves Santos, de 36 anos, tem três empregos em João Pessoa. A cada semana, faz três plantões. No fim do mês, recebe exatos R$ 2.856,81. “Acordo todos os dias às 6h30, trabalho em dois hospitais públicos e numa organização não-governamental. No final do dia, estou tão cansado que não consigo estudar”, ressalta. Na Paraíba, a média salarial do médico é R$ 1.050.

Para Cláudio Marinho Molle, da Associação Médica Brasileira (AMB), o maior problema dos médicos que trabalham muito e ganham pouco é a falta de tempo e dinheiro para se atualizar na especialidade. “A medicina evolui diariamente e os profissionais precisam estudar para não ficarem desatualizados. Um médico que recebe R$ 2 mil por mês e não tem tempo para estudar terá dificuldades para se tornar um bom profissional”, ressalta Molle.

“Os piores salários estão no Nordeste. O nosso maior receio é que as greves que tivemos em Alagoas, Pernambuco e Ceará se estendam por outros estados em que os governantes pagam pisos salariais muito baixos”, diz o médico Roberto Tenório de Carvalho, conselheiro do CFM. Ele defende ainda que o movimento de greve dos médicos é legítimo.

Segundo o presidente da AMB, José Luiz Gomes do Amaral, há possibilidade de estourarem greves em outros estados por conta da baixa remuneração. “O governo federal já foi avisado. Desde junho, os médicos das Alagoas estavam reivindicando uma alteração nos vencimentos. Ninguém é obrigado a trabalhar por um salário baixo”, justifica Amaral.

O presidente do Sindicato dos Médicos da Paraíba, José Denir Rodrigues, diz que seu contracheque é um exemplo de vergonha. Há 20 anos trabalhando na Secretaria de Saúde do estado, ele ganha R$ 2,2 mil por mês para trabalhar 10 horas diárias. “É por isso que alguns médicos aceitam ‘jabás’ de laboratórios”, ressalta o médico. Jabá são os brindes e as viagens que os laboratórios oferecem aos médicos para que eles receitem determinados medicamentos.

Evasão
No Rio de Janeiro, a situação também é grave. O estado, que já foi alvo de intervenção federal, paga um salário médio de R$ 1,5 mil aos médicos da rede pública. Segundo Jorge Darze, presidente do Sindicato dos Médicos do estado, 4 mil profissionais abandonaram o sistema de saúde nos últimos seis anos. “Enquanto no Nordeste se fala em demissão coletiva, aqui temos uma evasão assustadora”, diz. Segundo ele, o atual colapso nos hospitais públicos do país é uma tragédia anunciada. “Mostra a falência da política de recursos humanos no setor”, critica.

Em Rondônia, a categoria luta na Justiça por uma reformulação no plano de cargos e salários. O médico Otino José de Araújo Freitas, que preside o sindicato regional, explica que há três anos houve uma mudança prejudicial no sistema. “O vencimento básico, sem as incorporações, era de R$ 3 mil, aí nivelaram por baixo, instituindo o valor em R$ 630, aproximadamente. Nós questionamos na Justiça as mudanças.” Otino explica que o salário médio, atualmente, na rede pública de Rondônia, fica entre R$ 3,3 mil e R$ 3,9 mil, com os valores que são incorporados ao vencimento básico, inferior a R$ 700. “Um auditor fiscal aqui ganha R$ 14 mil. E um médico, que lida com vida humana, R$ 3,5 mil”, compara.

De acordo com o CFM, atualmente, os médicos estaduais de Santa Catarina, Goiás e Minas Gerais estão negociando reajuste no salário-base. No Distrito Federal, onde o salário médio do médico é R$ 2,8 mil, um dos maiores do país, os acordos para reajustá-lo estão programados só para o ano que vem. Em Fortaleza, onde o piso salarial pago pela prefeitura é R$ 726, os médicos exigem um aumento de 100%.

Veja a pesquisa completa na sessão Nossas Publicações do Portal Médico.





Fonte: Correio Braziliense, publicado em 27/08/2007


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terça-feira, 15 de janeiro de 2008

SINDMED-JUIZ DE FORA E ZONA DA MATA M.G.

Comunicado da Diretoria do SINDMED-JF/ZONA DA MATA – Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e da Zona da Mata de MG.

Nro. 34 (trinta e QUATRO) -–l0 de Janeiro de 2007.

SINDICATO MOBILIZA-SE CONTRA VIOLÊNCIA NO TRABALHO MÉDICO NAS UNIDADES DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA.


Duas ocorrências na primeira semana do ano. Na primeira o plantonista (do Serviço de Cirurgia do HPS) foi agredido violentamente por um usuário do serviço, tendo sido registrada queixa nas repartições policiais. Depois de uma semana um outro plantonista foi ameaçado de agressão física, quase chegando a vias de fato com o acompanhante de um paciente dentro do HPS. Essa situação reflete uma realidade inquestionável: falta de segurança no trabalho. No caso, ressaltamos, o trabalho dentro de uma repartição pública e um local que é considerado serviço essencial.


O Sindicato, preocupado com a manutenção da regularidade e da normalidade dos serviços de urgência e emergência médicas, expressou a sua preocupação em comunicado sindical e em correspondência dirigida à Direção Geral do HPS.


Essas anomalias acontecem cerca de um mês depois da denúncia do Ministério Público estadual sobre as condições precárias da unidade, que surpreenderam até o Corpo Clínico, como a denúncia da presença de medicamentos VENCIDOS no HPS.


As condições de trabalho são, de fato, muito ruins. A remuneração não é condizente com o estresse, com o trabalho noturno, com a sobrecarga eventual de tarefas e atividades. A tudo isso soma-se mais isso: violência contra profissionais no exercício regular de suas funções. Em razão disso, o Sindicato dos Médicos não vai esmorecer. Será dirigida carta ao Prefeito solicitando providências. A garantia da segurança no trabalho é uma obrigação do empregador. Outras medidas poderão ser tomadas. O Sindicato continua vigilante e pede aos colegas que denunciem prontamente qualquer caso de violência ou assédio moral contra qualquer profissional em qualquer unidade do SUS de Juiz de Fora.


AVISO IMPORTANTE! - > código 7, . O Sindicato continua com a sua posição e disposição para lutar pela manutenção do Código 7. Há uma ação na Justiça pela manutenção do Código 7. Podemos reavaliar a situação e decidir até pela paralisação dos serviços. Filiação a cooperativa para receber código 7 constitui prejuízo material para quem recebe os minguados honorários do SUS e é intermediação de mão de obra. Solicitamos aos colegas que boicotem a quinta-coluna que quer que capitulemos vergonhosamente e desistamos do Código 7.

(a)-diretoria do Sindicato dos Médicos.

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