Começa o fim das organizações sociais da saúde, após anos de ineficiência e escândalos
AS OSs (organizações sociais) usadas por gestores de saúde em vários estados e municípios para gerir ou terceirizar serviços públicos de saúde, mostraram ser uma ideia infeliz. Com o passar do tempo estão sendo progressivamente associadas à ineficiência e corrupção. Implantadas nos anos 90, apesar da firme oposição de sindicatos que representam trabalhadores do setor de saúde, foram, com o passar dos anos, ganhando visibilidade por escândalos, calotes de obrigações trabalhistas, ineficiência, negociatas e outros defeitos. No Rio de Janeiro, onde o modelo foi largamente adotado, CPI que investigava corrupção na Saúde chegou às OSs. E PEC prevê o fim dessas organizações nos serviços públicos de saúde do estado. Parlamentares querem antecipara o fim das OSs, para que coincida com a troca de governo prevista para 2023. “ [É] para que fique no mesmo governo porque em 2022 temos eleição e, a partir de 2023, é um novo governo que entra. A gente quer manter nesse quadriênio, i...