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Mostrando postagens com o rótulo Rio Grande do Sul

Servidores públicos estaduais do Rio Grande do Sul - paralisações e protestos contra reforma melindrados neoliberais

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"Integrantes do Cpers e de outros sindicatos iniciaram no final da manhã desta terça-feira uma caminhada para protestar contra as medidas elaboradas pelo governo de Eduardo Leite referente ao funcionalismo público. Com direito a carro de som e palavras de ordem, os manifestantes exigem a retirada da pacote da reforma administrativa." "Além do Cpers, participam da mobilização o Sindicato dos Servidores Públicos (Sindsepe/RS), Sindicato dos Servidores de Nível Superior do Poder Executivo do Estado do Rio Grande do Sul (Sintergs), Sindicato dos Servidores da Procuradoria Geral do Estado do RS (Sindispge), Sindisaúde e outras entidades que desejam a retirada do projeto de Leite." https://www.correiodopovo.com.br/not%C3%ADcias/pol%C3%ADtica/integrantes-do-cpers-e-de-outros-sindicatos-realizam-caminhada-contra-pacote-de-leite-1.385924 https://faxsindical.wordpress.com/2019/12/11/servidores-publicos-estaduais-do-rio-grande-do-sul-paralisacoes-e-protestos-contra-reformas-ne...

Greve se expande no Rio Grande do Sul, contra perda de direitos e reformas neoliberais

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Greve se expande no Rio Grande do Sul contra reformas neoliberais e perda de direitos - 27/11/19 A greve dos servidores estaduais do Rio Grande do Sul, iniciada pelos professores de expande. Há adesão de mais oito sindicatos. Saúde e agricultura deverão ser as áreas mais afetadas.   E não tem prazo para acabar.   "O pacote de reformas no funcionalismo público, enviado pelo governador Eduardo Leite à Assembleia Legislativa, provocou mais uma reação entre os servidores. Nesta terça-feira (26), oito sindicatos, além do Centro dos Professores do Estado do Rio Grande do Sul (Cpers), aderiram à greve sem prazo determinado para acabar." https://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2019/11/26/sindicatos-de-servidores-publicos-estaduais-aderem-a-greve-no-rs-sem-prazo-determinado.ghtml

RIO GRANDE DO SUL: PROFESSORES EM GREVE CONTRA AJUSTE FISCAL QUE PREJUDICA EDUCAÇÃO

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Pacote de medidas de ajuste neoliberal propostas pelo governador do Rio Grande do Sul prejudicarão professores e educação pública. "Pacote do governo contém medidas de ajuste fiscal e resultará em perdas importantes para o SUS e educação. O pacote é de caráter claramente neoliberal. É demonstra, mais uma vez, que sob as declarações toscas e a performance "casca grossa" do presidente, hoje a continuidade do "grande acordo nacional com Supremo e tudo" iniciado já no governo Temer (veja a Reforma Trabalhista). Todo mundo sabe que essas medidas, ao tirarem direitos e representatividade dos assalariados, causam perda de renda e aumentam a desigualdade. "O Plano Mais Brasil, proposta do governo de Jair Bolsonaro, traz um vasto conjunto de medidas divididas em três PECs (Propostas de Emenda à Constituição): PEC do pacto federativo; PEC emergencial; PEC dos fundos públicos, todas com a lógica de desvincular, desobrigar e desindexar o orçamento." https://...

Polícia Civil do RS reage a ataque contra direitos e previdência

Rio Grande do Sul - Polícia Civil reage a ataques a seus direitos e Previdência. Depois de dois dias de paralisação categoria inicia operação padrão. O descontentamento de servidores públicos brasileiros, mesmo em setores fundamentais para a população, como saúde, educação e segurança, é muito grande. "Após realizar dois dias de paralisação na semana passada, o Sindicato dos Escrivães, Inspetores e Investigadores de Polícia do Rio Grande do Sul (Ugeirm) está convocando para esta semana a retomada da Operação Padrão, que consiste em reduzir as atividades apenas ao essencial e evitar atuar em condições não adequadas. A ideia é que este movimento dure até o governo abrir um “diálogo real” sobre o pacote de medidas apresentado pelo governador Eduardo Leite (PSDB) com mudanças nas carreiras e na Previdência dos servidores públicos estaduais." Matéria completa pode ser lida em https://www.sul21.com.br/ultimas-noticias/geral/2019/11/apos-paralisacao-de-dois-dias-sindicato-convoca-op...

[Fax115]Médicos que aceitaram trabalhar como ''pessoa jurídica'' levaram calote.

Fax Sindical 115 ~ 27 de novembro de 2008. Contratação irregular de mão-de-obra médica. Caso: universidade obriga médicos a abrir pessoa jurídica para exercer atividade-fim em hospital. Quem aceitou levou calote. Obrigação indevida e irregular de médicos constituírem pessoa jurídica para exercer atividades-fim em hospitais gera prejuízos para o profissional e risco de calote. O Sindicato dos Médicos do Rio Grande do Sul encaminhará ao Conselho Regional de Medicina daquele estado a interdição dos hospitais da ULBRA, Universidade Luterana do Brasil e o cancelamento para o vestibular do curso de Medicina daquela Universidade. O motivo é o sucateamento dos hospitais. Médicos privados de seus direitos trabalhistas foram contratados como pessoa jurídica para exercer atividades-fim nos hospitais e estão há mais de três meses sem receber. Os hospitais estão esvaziados, foi constatada falta de materiais médicos básicos, como oxigênio e há várias unidades já paradas. O caso é emblemático: mais...

SINDICATO NEGOCIA COM PLANO DE SAÚDE DA PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES ESTADUAIS. NO RIO GRANDE DO SUL.

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O plano de Saúde dos servidores públicos estaduais do Rio Grande do Sul tem sido questionado por não cumprimento de acordos. É mais um aspecto das difíceis relações entre médicos e planos de saúde ligados ao poder público. A notícia está no site do SIMERS - Sindicato dos Médicos do Rio Grande do Sul   e pode ser lida abaixo: Terça-Feira, 20 de maio de 2008 SIMERS participa nesta 3ª de negociação sobre remuneração do IPE   Será nesta terça, a partir das 14h, na sede do IPE (Av Borges de Medeiros, 1945), na Capital, a primeira rodada de negociação de 2008 entre médicos, hospitais e IPE-Saúde sobre a correção de valores de consultas e procedimentos. São mais de 7,5 mil médicos credenciados ao órgão no Estado. O Sindicato Médico do RS (SIMERS) cobra cumprimento de acordo firmado em 2005 que previa recomposição de valores congelados por mais de 15 anos. "É preciso uma providência imediata para garantir atendimento aos servidores e demais segurados. Os profissionais merecem respeito e r...

RIO GRANDE DO SUL: ACORDO COM FILANTRÓPICOS MELHORA RELAÇÕES DE TRABALHO NO SETOR.

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O SIMERS - Sindicato dos Médicos do Rio Grande do Sul , assinou com o segmento dos hospitais filantrópicos gaúchos um importante acordo, que inova as negociações entre sindicatos e instituições hospitalares no Brasil. A matéria é interessante e merece ser lida e apreciada por todos que atuam nesse segmento das instituições de saúde. Segunda-Feira, 5 de maio de 2008 SIMERS assina convenção inédita com filantrópicos   SIMERS e Sindberf selam acordo inédito   O SIMERS selou na noite desta segunda, dia 5, acordo inédito com o segmento de hospitais filantrópicos do Estado. A vice-presidente do Sindicato, Maria Rita de Assis Brasil, e o presidente do Sindicato dos Hospitais Beneficentes, Religiosos e Filantrópicos (Sindberf), Julio Dorneles de Matos, assinaram a primeira Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) entre a categoria médica e o sindicato patronal, que reúne quase 240 instituições gaúchas. Para Maria Rita, o acordo pode servir de referência a outros Estados e define de forma . Regula...

DENÚNCIA DO SINDICATO MÉDICO DO RIO GRANDE DO SUL EVIDENCIA ATAQUE DE BACTÉRIAS EM HOSPITAIS PÚBLICOS

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SIMERS - Sindicato dos Médicos do Rio Grande do Sul Sábado, 5 de abril de 2008 ZH: Bactérias oposicionistas, de Maria Rita de Assis Brasil Maria Rita de Assis Brasil vice-presidente do SIMERS   > Artigo publicado na editoria de Opinião, de Zero Hora, em 5 de abril de 2008. Os médicos têm priorizado em sua rotina a luta por mais recursos para a saúde, valorização dos profissionais e combate a condições extremas, como a superlotação. São pressupostos para uma assistência de qualidade com a dignidade a que a população tem direito. Mas foi uma bactéria, cujo nome muitos ainda aprendem a pronunciar - Acinetobacter sp - , que conseguiu da forma mais contundente pautar as atuais precariedades do setor. Alguns condenaram a divulgação da informação de que grandes hospitais da Capital enfrentavam o ataque do microorganismo. Mas foi exatamente a publicidade dos fatos que provocou gestores públicos e direções dos estabelecimentos a romper o silêncio e assumir publicamente suas responsabilida...