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Mostrando postagens com o rótulo Carlos Alberto Bejani

MOVIMENTO FORA BEJANI ENTREGA VINTE MIL ASSINATURAS PEDINDO IMPEACHMENT DO PREFEITO.

O recente depoimento prestado pelo advogado Marcelo Abdala, envolvido no escândalo pelo Prefeito de Juiz de Fora que declarou que havia recebido dele o milhão que guardava no colchão, quando sua mansão foi ocupada por policiais federais que executavam operação contra fraude no Fundo de Participação dos Municípios, dificulta o futuro político do Prefeito e amplia a chance de uma punição. Com respeito às declarações do advogado do Sr. Prefeito, Marcelo Leonardo, há que alertar que se ele tem se mostrado profícuo e operoso nos tribunais, onde os magistrados tem mostrado grande sensibilidade aos seus argumentos, não pode, da mesma forma pensar que a opinião pública e a sociedade civil organizada aceitem a sua argumentação com a mesma tranquilidade. Deveria ter mais cuidado com as suas declarações, como as que fez na Tribuna de Minas de hoje. Não pode querer passar diploma de otário às pessoas de forma tão cabal. Deveria usar melhor as suas palavras. Transcrevemos abaixo o convite que está...

SINDICATO DOS MÉDICOS DE JUIZ DE FORA APROVA PAUTA DE REIVINDICAÇÕES JUNTO À PREFEITURA.

Em Assembléia Geral Extraordinária realizada no primeiro dia do mês de abril de 2008, os médicos de Juiz de Fora aprovaram as reivindicações a serem apresentadas à administração municipal na data base de 2008. A questão salarial é muito importante, pelo impacto que causa na desmotivação dos médicos do serviço público municipal. Hoje a Prefeitura de Juiz de Fora paga menos que o mínimo profissional definido na Lei Federal 3999/1961. Isso tem causado dificuldades na contratação de profissionais. Não há concursos públicos a Saúde de Juiz de Fora está sendo prejudicada. Os efeitos imediatos e a médio prazo sobre a assistência prestada aos usuários do SUS são temíveis. O Sindicato, como órgão de representação classista tem legitimidade, legalidade e representatividade para discutir a organização do trabalho médico com a administração municipal. O salário do médico da Prefeitura de Juiz de Fora é pior do que o da rede privada, pior do que o pago na maioria das cidades da região e das cidades...

INICIADA A CAMPANHA SALARIAL 2008 DOS MÉDICOS DA PREFEITURA DE JUIZ DE FORA.

O Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora convoca os profissionais funcionários da Prefeitura de Juiz de Fora, servidores estaduais municipalizados e prestadores autônomos de serviços ao SUS para uma Assembléia Geral Extraordinária que vai se realizar na terça-feira próxima, dia 01 de abril de 2008, às vinte horas, na Sociedade de Medicina e Cirurgia de Juiz de Fora. Os médicos funcionários da Prefeitura de Juiz de Fora sofrem uma discriminação salarial inaceitável. O salário é 25 % (vinte e cinco por cento) menor que os demais profissionais de nível superior. Na prática isso significa que a Prefeitura não reconhece a carga horária especial dos médicos nos termos definidos pela Lei 3999/1961. O Sindicato, com base em ação com motivo semelhante que foi julgada pelo STF, movida por médicos do Estado do Maranhão e ganha, entrou na Justiça. Nada impede que a Prefeitura faça um acordo com os profissionais antes que seja dada a sentença judicial. O resultado disso é que o salário dos médicos d...

MÉDICOS DE MINAS: CAMPANHA SALARIAL CHEGA A JUIZ DE FORA.

Com um piso salarial inferior a três salários mínimos - que é o mínimo profissional estabelecido pela Lei Federal 3999/1961 - e percebendo apenas três quartos do valor dos salários do nível superior do Prefeitura, os médicos do serviço público municipal de Juiz de Fora iniciam a sua campanha salarial. Está prevista uma Assembléia Geral Extraordinária dos Médicos Municipais e Municipalizados para a próxima terça-feira (1 de abril de 2008) em hora e local a serem ainda divulgados. Entre os assuntos a serem discutidos estão: 1-Equiparação já dos salários dos médicos com os demais profissionais de nível superior da Prefeitura de Juiz de Fora. 2-Aumento linear igual ao IPCA mais dez por cento. 3-Reconhecimento do direito dos médicos da Prefeitura de participarem de cursos, congressos, eventos de atualização profissional. 4-Questões que envolvem o reconhecimento de direitos trabalhistas reconhecidos, como direito a férias e horas-extras. 5-Regularização do exercício da Medicina, com formação...

AINDA SOBRE A EXTINÇÃO DA ENFERMARIA PSIQUIÁTRICA DO HPS DE JUIZ DE FORA

Diminuição de serviços prestados e manutenção do mesmo financiamento para um hospital. Pode? NÃO CONVENCEU a explicação de que a extinção da Enfermaria de Psiquiatria do HPS não teria relação com a criação de leitos no Hospital Ana Nery e que a verba recebida pelo HPS continuará sendo a mesma. O hospital privado terá o mesmo leitos psiquiátricos que tinha o hospital público. Em troca de assumir esse serviço receberá, como compensação, dezesseis leitos especializados para tratar dependentes químicos. O HPS deixará de prestar este serviço. Essa diminuição de leitos não levará a uma diminuição dos recursos repassados ao HPS pelo SUS? Se isso não ocorrer, o caso pede apuração, porque é uma verdadeira mágica dos atuais gestores da saúde. Prestar menos serviços e continuar recebendo o mesmo dinheiro. Ou a PJF privatizou ou a algo muito estranho nessa história. A explicação dada não foi convincente. Foi ingênua. Tags: HPS , Juiz de Fora , privatização , município , Carlos Alberto Bejani

RECURSOS DE LEITOS PSIQUIÁTRICOS FECHADOS EM HOSPITAL PÚBLICO VÃO PARA REDE PRIVADA.

O fechamento dos leitos psiquiátricos de hospital geral do HPS de Juiz de Fora, coincidiu com a transferência dos recursos para um servido privado. O Hospital Ana Nery, particular e conveniado com o SUS. O Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora consultará sua assessoria jurídica, a Secretaria de Estado da Saúde e o Ministério da Saúde sobre a legalidade dessa providência. Tags: PJF , município , Carlos Alberto Bejani , Psiquiatria , Saúde Mental , privatização

PREFEITURA DE JUIZ DE FORA DESATIVA ENFERMARIA PSIQUIÁTRICA EM HOSPITAL GERAL

A administração municipal de Juiz de Fora extinguiu a enfermaria psiquiátrica do Hospital de Pronto Socorro Dr. Mozart Geraldo Teixeira. O serviço foi fundado em 1988, ainda no antigo Pronto Socorro Municipal da Avenida dos Andradas. Ele teve papel importante na Assistência aos portadores de transtornos mentais de Juiz de Fora, em especial dependentes químicos com danos clínicos.  A extinção do serviço foi comunicada abruptamente aos médicos e pessoal de Enfermagem que neles trabalham, colhidos que foram com a decisão abrupta do poder público municipal. As consequencias da extinção desse serviço de saúde serão sentidas nos próximos meses. Tags: SUS , Juiz de Fora , município , HPS , Carlos Alberto Bejani

MÉDICOS DO SUS DE JUIZ DE FORA AINDA NÃO RECEBERAM OS PROCEDIMENTOS REALIZADOS EM JANEIRO.

Médicos que prestam serviços autônomos pelo SUS em Juiz de Fora não foram pagos pela Prefeitura pelo seu trabalho efetuado no mês de Janeiro. Esse absurdo, denunciado pelo Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora, com insistência, prossegue, sem que haja providências quer da administração municipal, quer de outras autoridades que se envolvem com os problemas da Saúde. Um verdadeiro calote, que ninguém sabe como nem quando vai terminar. Com essa atitude a administração municipal está empurrando os médicos para a paralisação da prestação de serviços. Esses serviços incluem: INTERNAÇÕES HOSPITALARES, CIRURGIAS, SERVIÇOS DE DIAGNÓSTICO E TERAPÊUTICA.

CALOTE EM JUIZ DE FORA LEVARÁ MÉDICOS À MOBILIZAÇÃO

ÚLTIMO DIA DO MÊS DE FEVEREIRO DE UMA ANO BISSEXTO. NOTÍCIA DE MAU AGOURO: OS MÉDICOS PRESTADORES AUTÔNOMOS DE SERVIÇOS AO SUS NÃO RECEBERAM PELOS SERVIÇOS PRESTADOS EM JANEIRO. Horas de trabalho, dedicação, visitas clínicas e trabalho estressante e de altíssima responsabilidade estão retidas pela Prefeitura de Juiz de Fora. O Sindicato está estudando providência. Decidiu-se dar publicidade ao calote para mobilizar os médicos para alguma providência. Será pedido um parecer jurídico, com vistas a outras providências. O fato foi denunciado à auditoria do Ministério da Saúde. Os direitos dos doutores devem ser respeitados. A alegação de erros por parte da Prefeitura de Juiz de Fora, de tão repetida, nos faz pensar em duas coisas: 1-Ou existe uma incurável incompetência. 2-ou é má-fé. Se errar é humano, errar tanto é desumano. Aguardamos providências urgentes da administração municipal. Inclusive, se possível, entregar a pessoas capacitadas essas tarefas deveras importantes. Não se brinca ...