quarta-feira, 27 de julho de 2011

FAX SINDICAL 923 - JUIZ DE FORA - PREFEITO APROFUNDA CRISE NO SUS

FAX SINDICAL 923 - 27.07.2011

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DATA: 27 DE JULHO DE 2011
DE: SINDICATO DOS MÉDICOS DE JUIZ DE FORA E ZONA DA MATA MG

Assunto: JUIZ DE FORA - APROFUNDA-SE CRISE NO SUS - Custódio Mattos frustra grupo de médicos em mais uma reunião paralela sem a presença do Sindicato e surgem denúncias sobre a gestão da saúde na cidade.

ATENÇÃO! DIVULGUE O FAX SINDICAL! MOBILIZE! PARTICIPE! A PRÓXIMA ASSEMBLÉIA SERÁ DIA 02 DE AGOSTO, TERÇA FEIRA, 19 HORAS E 30 MINUTOS, NA SOCIEDADE DE MEDICINA. COMPAREÇA! ASSEMBLÉIA CHEIA FORTALECE A LUTA PELA DIGNIDADE MÉDICA!
CONVIDAMOS TAMBÉM OS COLEGAS DAS UNIDADES TERCEIRIZADAS, EMPREGADOS DA MATERNIDADE TEREZINHA DE JESUS E DA FUNDAÇÃO HU PARA ESTAREM PRESENTES, JÁ QUE AGOSTO É DATA BASE PARA OS MÉDICOS DA REDE PRIVADA.
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CUSTÓDIO MATTOS DECEPCIONA PLANTONISTAS DA URGÊNCIA E EMERGÊNCIA

Os plantonistas que foram convidados para a reunião de negociação coletiva com o Prefeito Custódio Mattos sairam de lá com três tipos de reação: decepção, frustação e revolta. A proposta de um piso de R$ 4 mil (valor bruto, que cai com deduções de IR e Previdência) e um adicional de 30% sobre produtividade individual, que ninguém sabe exatamente quando e como será calculado. Até que isso fique definido o Prefeito vai pagar aos plantonistas uma maravilhosa gorjeta de 650 reais. Nada de cargo. Nada de carreira. Nada de salário. É a desumanização do trabalho na saúde, um neoescravagismo que paradoxalmente se escora na nobreza da Medicina, que é o lidar com a preservação da vida em sua plenitude.

Ninguém pode falar em acordo. Não há acordo entre o Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e a Prefeitura de Juiz de Fora. O Prefeito Custódio Mattos, que se diz servidor público e dizem que é formado em Direito deveria saber que negociações coletivas e acordos deles decorrentes passam pela representação classista. Médicos de Juiz de Fora têm uma representação classista legítima e democrática, o seu próprio sindicato.
O Presidente do Sindicato, Gilson Salomão, declarou à imprensa local que a proposta do prefeito é obscura, por não detalhar a forma do cálculo da produtividade. Constatou e declarou que os profissionais que participaram do encontro com o prefeito saíram de lá decepcionados com o que foi apresentado. "Apresentaram um adiantamento de R$ 650, mas, depois de três meses, ninguém sabe como vai ficar". Na próxima Assembléia Geral dos médicos da Prefeitura, no dia 2 de agosto próximo, a proposta nebulosa do Prefeito será colocada em discussão.

Lembramos que o vencimento do médico que entra na Prefeitura de Juiz de Fora hoje é inferior a 1.400 reais. Menos do que o piso de 3 mínimos definido na Lei Federal 3999/1961 e inferior em 25% ao nível superior da própria Prefeitura. Em alguns casos, acrescentam-se gratificações, verdadeiras gorjetas temporárias, que nunca se incorporam para fins de carreira, progressão funcional ou aposentadoria. Por isso o Sindicato só pode recomendar aos médicos que fujam da Prefeitura de Juiz de Fora. É necessário um acordo que contemple o todo da categoria profissional. E, atualmente, não se pode dizer que haja acordo ou diálogo com a Prefeitura.

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Crise na Saúde em Juiz de Fora.

Custódio Mattos não recebe o Sindicato dos Médicos, enrola os plantonistas do HPS e o Sindicato denúncia que demissões podem comprometer ainda mais a regularidade dos serviços.

Deu na Tribuna de Minas, de Juiz de Fora, no dia de 26 de Julho de 2011. Na edição eletrônica o link é http://www.tribunademinas.com.br/cidade/pjf-vai-avaliar-reajuste-para-plantonistas-1.518505



PJF vai avaliar reajuste para plantonistas

A situação decorrente da falta de médicos plantonistas nas escalas do Hospital de Pronto Socorro (HPS) ainda não está solucionada. Apesar de a Prefeitura ter indicado ontem que uma proposta de adicional no salário deve ser divulgada nos próximos dias, a assinatura do termo de compromisso proposto pelo Ministério Público estadual (MPE), que deveria ter sido realizada ontem, ainda não ocorreu.
Conforme o promotor de Defesa da Saúde, Rodrigo Barros, a reunião com representantes das secretarias de Saúde e de Administração e Recursos Humanos ocorreu na manhã de ontem e ficou acordado que a Prefeitura (PJF) vai elaborar um estudo com as propostas de reajuste dos plantonistas como forma de sanar as deficiências no atendimento do HPS.
"Se essa planilha for elaborada, talvez não seja nem necessário fazer o termo de compromisso, porque o documento terá essa finalidade", esclarece Barros. Segundo o promotor, a expectativa era de que o estudo fosse encaminhado à promotoria ainda ontem. No entanto, a assessoria de comunicação da PJF informou que o valor adicional está em estudo e será divulgado esta semana. Em relação à denúncia de falta de materiais na unidade, como roupa de cama para macas, a assessoria afirmou que já foram encomendados e devem estar disponíveis na semana que vem.

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Ex-Prefeito denuncia situação grave dos serviços públicos de saúde em Juiz de Fora e região.

Do Blog do Tarcísio Delgado.

Impressiona-me como o velho líder e ex-prefeito anda atualizado com as mazelas que devastam o setor público de Juiz de Fora.

Data: 22/07/2011

O PROBLEMA DA SAÚDE

A forma malandra como o governo de Minas, a partir de Aécio Neves e, agora com Anastasia, trata a saúde em nossa região da Mata mineira, inviabilizou o bom atendimento na cidade polo de Juiz de Fora e em todas as cidades menores próximas.

A malandragem de enganar a todos, acabou com qualquer investimento na saúde das cidades polarizadas por Juiz de Fora.

Nessas, o Governo nada faz em saúde, além de entregar ao município uma ambulância e uma van. Adoeceu, pôe na ambulância ou na van e manda para Juiz de Fora. Praticamente, não há serviço de atendimento à saúde. As administrações locais ficam no “me engana que eu gosto”, e se veem livre do problema, além de oferecerem nessas vans, transporte para que familiares de doentes, mais do que acompanhantes, possam visitar a metrópole para as mais variadas demandas. Com essa manobra fica inviabilizado o bom atendimento à saúde em Juiz de Fora.

A cidade tem uma boa estrutura de saúde. Para atendimento aos seus 600 mil habitantes, os serviços de saúde seriam de primeiro mundo. Acontece, que a região está com quase 2 milhões e quinhentos mil. Por isso, o atendimento é muito ruim e tende a piorar. Fecharam um hospital que funcionava muito bem e, agora, estão construindo outro. Estão “chovendo no molhado”. Tudo que se faça em Juiz de Fora, com a demanda que “inventaram”, será insuficiente.

A malandragem é maquiavélica, e o povo continuará com o péssimo atendimento desse serviço essencial. Mas, hoje o bom governante é o que melhor engana!.. E, há gente ganhando muito dinheiro com essa manobra. Vamos ver até quando dura a enganação.

Data: 25/07/2011

AINDA SAÚDE

Existem muitos outros escândalos em outros setores, porem nenhum de tão graves conseqüências como na política de saúde em Minas e, especialmente, aqui na Zona da Mata. Por isso, vamos insistir neste ponto. O tal consórcio com sede em Juiz de Fora é a “arapuca montada” para grandes caçadas. Vamos cumprir nosso dever de cidadão e denunciar com insistência neste pobre espaço.

O “marketing” desse pessoal não é mole. Gastam mais dinheiro com propaganda do que com obras públicas. Aliás, em breve, vamos começar analisar as terceirizações – privatização – de serviços públicos. Outro absurdo contra o erário. O povo está pagando um preço muito alto.

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