domingo, 19 de outubro de 2008

Fax Sindical 95


FAX SINDICAL 95

www.sindmedicos.org.br http://faxsindical.wordpress.com

Correspondência: secretariageral@sindmedicos.org.br

*Ano III ~ Nº. 95 ~ 19 de outubro de 2008 ~  06 (seis) páginas. *

Minas Gerais: é grande o descontentamento dos funcionários com governo do PSDB.

18 -Outubro- 2008 – 11:13 pm

É grande o descontentamento entre os trabalhadores do serviço público do Estado de Minas Gerais em relação ao Governo tucano de Aécio Neves. Práticas perversas nas políticas de recursos humanos para os trabalhadores do setor público têm provocado mal estar. Servidores públicos da saúde têm se manifestado por paralisações e manifestações públicas. Recentemente houve uma greve de professores estaduais. Agora os trabalhadores da Secretaria de Estado da Fazenda realizarão uma manifestação.

Ela é convocada pelo SindPúblicos MG. Será realizada dia 23 de outubro de 2008, às 15 horas na porta da Secretaria de Estado da Fazenda. Eles pedem o pagamento da escolaridade adicional, bem como a retirada da data-trava de 31/12/07 para contemplar os demais servidores. Consta da pauta também a inclusão dos TFAZ e AFAZ no Projeto de Lei nº 2772/2008!

Grande manifestação na porta da SEF no dia 23/10/2008, a partir das 15 horas!!!

http://www.sindpublicosmg.org.br/080925ms.htm

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Sindicato e cidadania: Greve é política, sim!

18 -Outubro- 2008 – 10:40 pm

José Serra não negocia com a representação classista dos policiais civis de São Paulo. Tentar desqualificar o movimento dizendo que ele é político. O presidente do Sindicato dos Policiais Civis nega que a greve seja

Nesse ponto o Governador está certo. Toda greve é política, é um ato político de protesto contra alguma política pública que não contempla todas as pessoas. Os policiais civis protestam contra a incompetência do Governo de José Serra, do PSDB, para construir uma política decente de recursos humanos para os trabalhadores públicos do setor de segurança pública. E os policiais foram à greve e ao protesto em reação à incompetência de José Serra para construir um canal de negociações eficiente entre o Governo e a categoria. A greve é política sim. E nasceu de incompetência do José Serra. Esses são os fatos que não se pode esconder.

Sendo os sindicalistas igualmente cidadãos, bem como os sindicalizados e os trabalhadores da base representada pelo sindicato, votam, pagam impostos e são aptos para os atos da vida civil. Não pode o Governador José Serra cassar os direitos políticos dos sindicalistas. A greve é política, sim. Expõe as incapacidades do Governo do Estado de São Paulo. Se José Serra deseja que não existam greves políticas, que corrija, que negocie, que entenda que servidores públicos devem ser tratados com honestidade e decência.

O Presidente Lula também criticou Serra. “Quem não quer ser cobrado pelo povo que não entre no governo… isso (o protesto dos policiais civis) é democracia. Por que eu vou ficar nervoso se sindicalista for para Brasília para fazer passeata? Tem é que fazer mesmo.”

Presidente da Força Sindical, o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), disse que não falaria durante o evento para evitar críticas de uso eleitoreiro da greve dos policiais civis e informou que na terça-feira representantes da classe se reunirão com o ministro da Justiça, Tarso Genro.

A notícia pode ser conferida em:

http://tinyurl.com/6fgzl9

Os dirigentes sindicais dos oito sindicatos que compõem a representação classista dos policiais civis de São Paulo reafirmaram que a greve não tem conotação eleitoral e se reuniram com dirigentes das centrais sindicais.

A notícia pode ser conferida emhttp://tinyurl.com/6hfe8p .

Em São Paulo o movimento grevista continua repercutindo e obtendo apoios. O Sindicato que representa os trabalhadores do sistema penitenciário lançou nota de apoio aos policiais civis e ameaça entrar em greve. A decisão será discutida em Assembléia Geral da categoria.

Em nota divulgada o sindicato avaliou que a intenção do governo José Serra é desqualificar o movimento grevista da Polícia Civil, o que a entidade considera um desrespeito a todos os servidores públicos. Por isso, decidiu apoiar integralmente à paralisação e propor aos agentes cruzar os braços em solidariedade aos policiais.

A notícia pode ser conferida emhttp://tinyurl.com/58rale

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INSS: contagem de tempo de serviço na Internet

18 -Outubro- 2008 – 10:19 pm

O segurado do INSS poderá realizar a sua contagem de tempo de contribuição via Internet. O serviço também poderá ajudar a resolver pendências e dúvidas. O andamento de processos de benefícios, requisição de auxílio-doença, atualização de endereço e outros serviços estarão também disponíveis.

Para fazer uso do programa basta acessar o site da Previdência Social (www.previdencia.gov.br) e entrar no link “Trabalhador com Previdência” e escolher a opção desejada.

No caso da simulação do tempo de contribuição, o usuário deverá escolher o tópico “Calcule suas Contribuições”. Neste caso, ele necessitará do NIT (Número de Identificação do Trabalhador) e o número do PIS ou do PASEP, além de preencher os campos solicitados.

A notícia pode ser conferida em:

http://www1.perito.med.br/018/01804001.asp?slCD_MODELO_NEWSLETTER=42&ttOperacao=3&ttCD_CHAVE=67434

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São Paulo:Quinta-feira sangrenta de José Serra repercute no Brasil e no mundo.

17 -Outubro- 2008 – 10:28 am

MASSACRE PROMOVIDO POR JOSÉ SERRA REPERCUTE NO BRASIL E NO MUNDO.

No mesmo dia, deputados do partido de José Serra, o PSDB, subiram na tribuna da Câmara para manifestar sua oposição a aumentos para servidores públicos.

A quinta-feira sangrenta em São Paulo repercutiu no Brasil e no mundo. Fato lamentável e emblemático. O Governador José Serra culpou a CUT, a Força Sindical, o PT e o PDT pelos acontecimentos. Refutando a lógica e confrontando a inteligência da opinião pública, busca inimigos externos para atribuir o fracasso de sua política de recursos humanos no serviço público.

Algumas coisa hão de ser entendidas nesse contexto. Primeiro: durante os oito anos de Governo de FHC, muitas categorias de servidores públicos ficaram todo o tempo sem aumento. O poder de compra de aposentados e pensionistas caiu drasticamente a ponto de comprometer a sua qualidade de vida. No último ano do Governo de Fernando Henrique Cardoso, o salário mínimo era de cerca de 60 dólares. Coisas para serem lembradas, porque a memória nos ajuda a entender os fatos atuais.

Na Câmara dos Deputados, ontem deputados do PSDB, do DEM e outros aliados, revezaram-se na tribuna com extremo zelo. Seu objetivo: combater o aumento concedido aos servidores públicos. Sem meias palavras manifestaram, com todas as letras, sua oposição ao aumento para os servidores públicos. Outro fato emblemático. Coincidiu com a quinta-feira sangrenta em São Paulo governada pelo PSDB.

Sobre a oposição do PSDB e aliados ao aumento dos servidores públicos, a notícia pode ser conferida em

http://tinyurl.com/5f52l5 .

Por outro lado, os policiais civis de São Paulo, por suas representações classistas, manifestaram-se: Agora, mais do que nunca, a greve vai continuar. (A notícia pode ser conferida emhttp://wap.folha.com.br/noticias/95-457181.wml .

O movimento dos policiais civis de São Paulo, tão duramente confrontado por José Serra (P S D B - SP), ganhou repercussão internacional. A notícia foi destaque no Times da Inglaterra e no espanhol El País. A notícia está em http://tinyurl.com/6y76an .

Por outro lado, os policiais civis do Brasil inteiro parecem não ter esquecido os deveres da solidariedade. Mobilizam-se para uma paralisação nacional de um dia em apoio à Polícia Civil de São Paulo. A notícia está emhttp://tinyurl.com/6z47d5.

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PSDB e aliados manifestam-se contra aumentos para servidores públicos.

17 -Outubro- 2008 – 9:56 am

PSDB e aliados manifestaram na Câmara dos Deputados, de forma clara e inequívoca, sua oposição ao aumento dos servidores públicos. Fato que, somado aos oito anos que tantas categorias profissionais passaram sem aumento no Governo FHC, denuncia a má-vontade de tucanos e seus aliados em relação a políticas decentes de recursos humanos para os trabalhadores do setor público.

Dia 16 de outubro será lembrado pelo violento confronto entre policiais, resultado do descontentamento dos servidores públicos do setor de segurança pública em São Paulo e no Rio Grande do Sul. Não é por mero acaso que ambos os estados são governados pelo PSDB. Os feridos ainda eram atendidos nos hospitais quando o Governador José Serra, pálido e rancoroso, culpava a CUT, a Força Sindical, o PT e o PDT pelo conflito. Na verdade, em sua defesa, procurava culpados em toda parte. Escondia a verdade: o episódio foi o resultado de suas práticas equivocadas de recursos humanos para os policiais, servidores públicos que arriscam as próprias vidas para manter a segurança das pessoas. Quando se perde até a esperança e se depende do salário para sobreviver, com cobradores batendo à porta, o homem pode perder seus limites. Serra não entende disso. Culpa instâncias políticas e sindicais que divergem de suas políticas com ranço neoliberal.

Todos os servidores públicos no Brasil, quando pensam em políticos do PSDB, devem ter em mente esses fatos, acontecidos e registrados. Devem tê-los na memória ao adotar suas escolhas eleitorais e formarem suas opiniões políticas.

A notícia sobre a oposição do PSDB e aliados ao aumento de salário dos funcionários públicos pode ser conferida em

http://tinyurl.com/5ddcy9

Sobre a continuidade da greve dos servidores públicos estaduais da segurança pública de São Paulo, em enfrentamento à radicalização e violência praticadas pelo Governo de José Serra, podemos conferir a notícia em

http://wap.folha.com.br/noticias/95-457181.wml

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JUIZ DE FORA E ELEIÇÕES: PROMESSA É DÚVIDA.

16 -Outubro- 2008 – 10:34 pm

Das duas candidaturas propostas à Prefeitura de Juiz de Fora, um observador atento perceberá sem dificuldade que uma delas aparenta gastar muito mais que a outra e mostra mais visibilidade nas ruas. É a candidatura apoiada pelo Governador Aécio Neves.

As dificuldades decorrentes de falta de diálogo e boa vontade política entre o Governador de Minas e os trabalhadores do setor público são evidentes e resultam em greves, paralisações e manifestações. Os salários dos funcionários mineiros andam muito baixos e a insatisfação é grande em vários setores.

Há poucos meses o jornal do SINDSAÚDE MG, sindicato que representa os trabalhadores do setor público de saúde do Estado, publicado em Belo Horizonte, chamou atenção sobre a obra do Palácio da Saúde, em Juiz de Fora. No dia 27 de agosto de 2008, o Fax Sindical publicou matéria intitulada OBRA DO PALÁCIO DA SAÚDE, EM JUIZ DE FORA, ARRASTA-SE SEM EXPLICAÇÕES. Isso pode ser conferido na página

http://faxsindical.wordpress.com/2008/08/27/minas-gerais-obra-do-palacio-da-saude-em-juiz-de-fora-arrasta-se-sem-explicacoes/ . Não apenas como sindicalistas, mas como cidadãos, eleitores e contribuintes merecemos todos algum tipo de explicação pública. A própria placa publicitária plantada no local pelo Governo do Estado de Minas Gerais informa sobre prazos e recursos para a conclusão da obra. Ambas as informações já estão desatualizadas.

Situada no cruzamento de duas das principais vias de Juiz de Fora, a Avenida Rio Branco e a dos Andradas, a obra inacabada insiste em exibir-se como monumento evidente e indiscutível à incapacidade de seus autores em cumprir prazos e previsões de gastos do dinheiro público. A sua simples existência, evidente e indiscutível, permite a qualquer testemunha que a veja, colocar em dúvida as promessas do candidato que é aliado de Aécio Neves sobre obras nessa cidade.

Serão essas tantas obras prometidas, com um futuro e provável apoio do Governo Estadual, executadas como o está sendo o Palácio da Saúde? Ou serão obras etéreas, como o Hospital da Zona Norte prometido (por Aécio, à cidade ou ao candidato?) e jamais realizado? Obra que ninguém sabe e ninguém viu.

Se isso ocorre nas obras públicas intermináveis ou simplesmente prometidas, não se realizam ou não se completam, que sorte não reservam os tucanos para os servidores públicos? Sejam eles doutores, procuradores, garis ou motoristas. Todos nós conhecemos a animosidade interposta entre servidores públicos e políticos tucanos.

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