domingo, 18 de outubro de 2020

Privataria contra os Correios vai precarizar os trabalhadores e prejudicar os usuários

Não temos dúvidas de que o governo de Jair Messias Bolsonaro, orientado pelo neoliberalismo do “posto Ipiranga”, Paulo Guedes (já que o presidente antes das eleições não tinha vergonha em declarar publicamente que não entendia nada de Economia), tem como objetivo privatizar os Correios. Levando em consideração as composições e acertos entre Bolsonaro e o famoso “centrão”, acreditamos que os partidos de esquerda e os políticos identificados com o interesse nacional não conseguirão barrar a proposta. Essa decisão governamental será, em última análise, prejudicial ao trabalhador dos serviços postais e aos usuários dos Correios. Os trabalhadores já estão se manifestando. Muitos usuários já estão temendo pelo pior. Outros, entre eles os que até defendem a medida, levarão algum tempo para perceberem que foram logrados. Esses últimos parecem peru em véspera de Natal, quando tomam uma pinga acham que vão participar da festa. Mas a festa será de outros, os que aguardam a privataria com cálculos e expectativas de aumentar seus lucros e a concentração de renda no país. 
Informa matéria publicada no jornal “Século Diário” do Espírito Santo:
 O Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Correios, Prestadoras de Serviços Postais, Telegráficos e Similares do Espírito Santo (Sintect-ES) é contrário ao fim do monopólio dos Correios, cujo projeto de lei foi apresentado ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) nessa quarta-feira (14) pelo Ministro das Comunicações, Fábio Faria. Segundo o presidente da entidade, Antônio José Alves Braga, a iniciativa precariza o serviço, aumenta seu custo e é um atentado contra a estabilidade dos trabalhadores. 
De acordo com informações do jornal Valor Econômico, o projeto vai passar pela Subchefia de Assuntos Jurídicos (SAJ) da Casa Civil antes de ir para o Congresso Nacional. A quebra do monopólio foi um dos fatores que motivaram a greve de 36 dias dos trabalhadores dos Correios, que começou em 18 de agosto. Antônio afirma que a mobilização contra o projeto prossegue e que a empresa já vem aplicando a quebra. "O monopólio está sendo boicotado. Na Grande Vitória, por exemplo, não estão sendo encaminhadas cartas e telegramas, cujas entregas são monopólio dos Correios, para o centro de distribuição de Santa Mônica", relata.”
Leia a matéria completa em 

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